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<title>Ji&#45;Paraná News &#45; Notícias Locais e Atualizações em Tempo Real &#45; : Economia</title>
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<description>Ji&#45;Paraná News &#45; Notícias Locais e Atualizações em Tempo Real &#45; : Economia</description>
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<dc:rights>Copyright 2023 Nick&amp;apos;s Web | Ji&#45;Paraná News &#45; CNPJ: 51.910.523/0001&#45;06. Todos os direitos reservados.</dc:rights>

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<title>Governo Lula entra para a história como gestão que mais taxou os brasileiros</title>
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<description><![CDATA[ Arrecadação federal chegou a R$ 2,709 trilhões em 2024, recorde absoluto da série histórica; despesa pública federal atingiu 32,2% do PIB, e dívida bruta subiu 5,8 pontos percentuais desde janeiro de 2023. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:08:36 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminha-se para encerrar o terceiro mandato como a gestão que mais elevou impostos no Brasil desde a redemocratização. Em dois anos, o Planalto adotou medidas que resultaram em aumento de tributos ao menos 27 vezes, incluindo altas de alíquotas de importação, mais taxas sobre petróleo, elevação de PIS/Cofins e IOF, além da revogação de benefícios fiscais que ampliaram a cobrança sobre setores inteiros da economia. O número chegou a 28 com os ajustes tributários adicionais implementados ao longo de 2025.</p>
<p></p>
<p>A arrecadação de impostos do governo federal totalizou R$ 2,65 trilhões em 2024, recorde para um ano na série histórica, iniciada em 1995, segundo a Receita Federal. O número é 9,62% maior em relação ao ano anterior, já descontada a inflação. Em termos nominais, a arrecadação federal fechou o ano em R$ 2,709 trilhões, o maior valor já registrado. O crescimento foi puxado, em parte, pela reoneração do PIS/Cofins sobre combustíveis e pela tributação de fundos exclusivos, que sozinha gerou incremento de R$ 13 bilhões à arrecadação.</p>
<p></p>
<p>Em 2024, a soma de tributos arrecadados pela União, Estados e municípios chegou a 34,2% do PIB, o maior patamar da série histórica. Para efeito de comparação, a carga tributária estava em 31,2% do PIB em 2022, último ano do governo anterior. A parcela do governo central aumentou de 20,6% para 21,4% no mesmo período. O país, que não integra a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), já ultrapassou a média da entidade, que foi de 33,9% em 2023.</p>
<p></p>
<p>O volume de tributos não sustentou as despesas. Os gastos do governo federal atingiram 32,2% do PIB em 2024, equivalendo a R$ 3,78 trilhões em valores nominais. Ao se considerar Estados e municípios, o valor consolidado chegou a R$ 5,36 trilhões. As contas públicas do governo federal registraram déficit primário de R$ 43,0 bilhões em 2024, ou 0,36% do PIB. O governo cumpriu formalmente a meta fiscal ao excluir as despesas com as enchentes no Rio Grande do Sul e as queimadas, o que reduziu o saldo negativo para R$ 11,0 bilhões, ou 0,09% do PIB.</p>
<p></p>
<p>Ao longo de três anos, o governo torrou R$ 324 bilhões fora da meta fiscal. O compromisso com déficit zero, fixado como objetivo pela equipe econômica chefiada pelo ministro Fernando Haddad, não foi cumprido em nenhum dos exercícios. Em 2023 e 2024, o gasto primário federal cresceu a uma taxa acumulada de 12% em termos reais, sem os ajustes estruturais necessários para conter o déficit.</p>
<p></p>
<p>A disparada da farra se somou à aceleração do endividamento público. A dívida bruta do governo geral alcançou 77,5% do PIB, aumento de 5,8 pontos percentuais desde o início do governo Lula, equivalendo a R$ 9,6 trilhões. O economista Douglas Holanda afirma que a relação dívida-PIB está em trajetória ‘insustentável’ e aponta para uma ‘crise fiscal muito desconfortável’ à frente. Na mesma direção, o economista João Costa diz o que país, ainda que batendo recordes de arrecadação e carga tributária, continua não fechando a conta.</p>
<p></p>
<p>O analista Gustavo Fernandes estima que o déficit nominal médio do terceiro mandato de Lula girar em torno de 9% do PIB, superando os resultados negativos de todas as gestões anteriores, inclusive o período mais crítico da pandemia em 2020. Fernandes calcula que Lula herdou um déficit nominal de 4,6% do PIB em 2022 e o ampliará em quase 90% ao final do mandato.</p>
<p></p>
<p>Entre os instrumentos utilizados para ampliar a arrecadação, está o IOF. De janeiro a novembro de 2025, o governo arrecadou R$ 77,55 bilhões com o Imposto sobre Operações Financeiras, alta real de 19,9% na comparação com o mesmo período de 2024, o maior valor para o período na série histórica. Em reação, o Congresso Nacional derrubou o decreto presidencial que elevava as alíquotas, e o Supremo Tribunal Federal reverteu a decisão dos parlamentares, restabelecendo os efeitos do decreto. Haddad negociou, em seguida, uma calibragem parcial das alíquotas com o Legislativo.</p>
<p></p>
<p>Entre as medidas implementadas constam a tributação de fundos exclusivos e offshores, com alíquota de 15% para fundos de longo prazo; o fim da isenção de IR sobre títulos incentivados como LCI, LCA, CRI e CRA, com cobrança de 5%; a reoneração gradual da folha de pagamentos; o encerramento do Perse, programa criado durante a pandemia para o setor de eventos; e a taxação de 20% sobre compras internacionais acima de US$ 50. O Planalto argumenta que a turbinada da arrecadação decorre do crescimento econômico e da chamada justiça fiscal, que é a tributação de grandes fortunas sob alegação de correção de distorções históricas.</p>
<p></p>
<p>Conexão Política </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Quase metade das pequenas e média empresas estão sob risco de falência</title>
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<description><![CDATA[ Com 43% das PMEs sob risco de falência, o número escancara que o pequeno empresário está sufocado por juros altos, carga tributária pesada e um ambiente de negócios hostil. E o governo Luiz Inácio Lula da Silva, em vez de enfrentar a raiz do problema como o gasto público descontrolado, a insegurança econômica e a burocracia, segue empurrando o país para mais pressão e menos fôlego para quem produz e gera emprego. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 10:05:28 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O endividamento vem apertando o caixa das pequenas e médias empresas no Brasil e empurrando parte do setor para uma zona de alerta. Estimativas recentes apontam que cerca de 43% das PMEs estariam sob risco de falência, um retrato de como o crédito caro e a queda de fôlego da atividade atingem primeiro quem tem menos margem para absorver custos e imprevistos. </p>
<p></p>
<p>Na prática, o problema costuma começar com o capital de giro. Quando juros elevados e prazos encurtados viram regra, a empresa passa a “rodar” dívidas para pagar despesas correntes, como folha, fornecedores e impostos. A conta cresce rápido: qualquer oscilação em vendas, atraso de recebíveis ou aumento de custos pode transformar um aperto pontual em inadimplência. E, com o histórico piorando, o crédito fica ainda mais caro, criando um ciclo difícil de quebrar. </p>
<p></p>
<p>O impacto aparece no dia a dia do comércio e dos serviços: renegociações sucessivas, atrasos em pagamentos, redução de estoque, corte de investimentos e, em muitos casos, demissões. Para as empresas menores, que dependem mais de linhas bancárias e têm menos acesso a alternativas de financiamento, o cenário vira um teste de sobrevivência. </p>
<p></p>
<p>Especialistas do mercado destacam que a recuperação das PMEs depende de um ambiente econômico mais previsível, com condições de crédito menos restritivas e custos financeiros compatíveis com a realidade do setor produtivo. Enquanto isso não acontece, a tendência é de pressão contínua sobre o caixa das empresas e aumento do risco de fechamento, especialmente entre as mais endividadas e com baixa margem de lucro. </p>
<p></p>
<p>Fonte: Instagram @eomundooficial</p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>&amp;quot;O IBGE é um braço militante do PT&amp;quot;, diz Economista</title>
<link>https://jiparananews.com/o-ibge-e-um-braco-militante-do-pt</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:11:49 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O economista e vereador Luiz Emanuel Zouain da Rocha, (Republicanos), de Vitória, capital do Espírito Santo, afirmou que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) se transformou em “um braço militante do PT”. </p>
<p></p>
<p>A declaração foi feita em vídeo publicado no X (antigo Twitter) em 11 de janeiro de 2026, criticando diretamente a gestão do presidente do órgão, Marcio Pochmann, economista e militante histórico do Partido dos Trabalhadores indicado pelo presidente Lula em 2023.</p>
<p></p>
<p>No vídeo de cerca de três minutos, o parlamentar capixaba afirma que, sob Pochmann, o IBGE deixou de ser um instituto técnico imparcial para virar “instrumento político”. </p>
<p></p>
<p>Segundo ele, os dados produzidos pelo órgão passaram a “sustentar uma narrativa conveniente ao governo”, distorcendo a realidade brasileira em favor de propósitos eleitorais. “Estatística virou propaganda”, resumiu Luiz Emanuel, sugerindo que os números não refletem a “vida real da população”.</p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Em 2026, brasileiro começa a pagar o maior imposto do mundo com a reforma tributária de Lula</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 17:40:06 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Projeções divulgadas ao longo de 2025 apontam que a alíquota padrão do novo IVA brasileiro — formado pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual/municipal) — pode ficar próxima de 28%, patamar que colocaria o país no topo do ranking global de imposto sobre consumo. A estimativa foi mencionada pelo próprio governo e por integrantes da equipe econômica, ao tratar do desenho final da reforma tributária aprovada e sancionada neste ano.</p>
<p></p>
<p>O novo modelo foi instituído pela Lei Complementar 214/2025, que cria formalmente a CBS e o IBS e também o Imposto Seletivo (voltado a bens considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente). Na prática, a reforma substitui o emaranhado de tributos sobre o consumo por um IVA “dual”, com regras mais uniformes — mas com uma conta que pode ficar alta para o contribuinte.</p>
<p></p>
<p>O cronograma prevê que 2026 funcione como um “ano-teste”, com alíquotas simbólicas (CBS de 0,9% e IBS de 0,1%) e compensações para que não haja aumento imediato de arrecadação — uma fase voltada a adaptação de sistemas e obrigações acessórias, Serviços e Informações do Brasil. A transição completa se estende por vários anos, até a consolidação do novo sistema.</p>
<p></p>
<p>O ponto central da polêmica está na alíquota padrão necessária para manter a arrecadação em um modelo desenhado sob a promessa de “neutralidade”. Quanto mais exceções, regimes especiais, reduções e tratamentos diferenciados forem incluídos no texto — pressão típica de lobbies setoriais no Congresso — maior tende a ser a alíquota cheia cobrada do restante da economia para fechar a conta. Foi nesse contexto que a estimativa de cerca de 28% ganhou força.</p>
<p></p>
<p>Para comparação, a Hungria é frequentemente citada como referência por ter a maior alíquota padrão de VAT na União Europeia: 27%, acima da média da OCDE. OECD+1. Se o Brasil confirmar uma alíquota padrão na casa de 28%, passaria a figurar entre os maiores IVA do planeta — ao menos em termos nominais.</p>
<p></p>
<p>Especialistas lembram, porém, que a alíquota não é tudo: o impacto real depende de créditos, base de incidência, lista de isenções e alíquotas reduzidas — e de como estados e municípios calibrarão o IBS. Ainda assim, o risco político é óbvio: um IVA próximo de 28% tende a pressionar preços, sobretudo em setores intensivos em serviços, e amplia o debate sobre o tamanho do Estado, num país que já convive com carga elevada e baixa percepção de retorno em serviços públicos.</p>
<p></p>
<p>Fonte: É o Mundo</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Após polêmica, ações de dona da Havaianas sofrem forte queda</title>
<link>https://jiparananews.com/apos-polemica-acoes-de-dona-da-havaianas-sofrem-forte-queda</link>
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<description><![CDATA[ Alpargatas registrava perda de mais de 3% por volta das 16h desta segunda-feira. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 21:16:38 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>As ações da Alpargatas, empresa dona da marca Havaianas, operam em forte queda nesta segunda-feira (22) na B3, a bolsa de valores brasileira, em um movimento relacionado à polêmica campanha publicitária protagonizada pela atriz Fernanda Torres, cuja mensagem foi encarada com viés político contra a direita. Por volta das 16h, os papéis da companhia recuavam cerca de 3,4%, custando R$ 11,32.</p>
<p></p>
<p>Com o resultado desta segunda, a queda nas ações da Alpargatas nos últimos seis dias já passa dos 7%, já que os papéis da empresa valiam R$ 12,23 na última terça-feira (16). A principal acionista da empresa, a Itaúsa, holding que é dona do banco Itaú, também apresentava perdas nesta segunda, com 0,35% de decréscimo em suas ações, cotadas a R$ 11,43.</p>
<p></p>
<p><strong>SOBRE A PROPAGANDA POLÊMICA</strong></p>
<p></p>
<p>A Havaianas virou alvo de críticas nas redes sociais por causa de sua campanha com a atriz Fernanda Torres. Na peça publicitária, a atriz diz: “Desculpa, mas eu não quero que você comece o ano com o pé direito”. A frase foi entendida como um posicionamento político e a marca precisou bloquear os comentários no Instagram.</p>
<p></p>
<p>– Desculpa, mas eu não quero que você comece o ano com o pé direito. Não é nada contra a sorte, até porque, sorte? Não depende de você, depende de sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés – diz a atriz.</p>
<p></p>
<p>Nos comentários da publicação diversas pessoas criticaram a “indireta”, como o vereador Gilson Machado Filho (PL-PE), que disse que começaria 2026 com o pé direito “em outra marca”. O deputado federal Luiz Lima (NOVO-RJ) também se manifestou, dizendo que “publicidade é escolha e consumo também”.</p>
<p></p>
<p>O especialista em marketing Marcelo Rennó também criticou a campanha, relembrando que 2026 é ano de eleição e que campanhas publicitárias devem ser feitas pra todo mundo, não pra um lado só.</p>
<p></p>
<p>Nas redes sociais, internautas de direita prometeram boicotar a marca e incentivaram outras pessoas a fazerem o mesmo.</p>
<p></p>
<p>Pleno News </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Brasil deixa o top 10 das maiores economias do mundo; Veja o ranking</title>
<link>https://jiparananews.com/brasil-deixa-o-top-10-das-maiores-economias-do-mundo-veja-o-ranking</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 16:41:52 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez em vários anos, o Brasil deve encerrar 2025 fora da lista das dez maiores economias do planeta. A estimativa é da Austin Rating, que compilou dados recentes divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu relatório global de outubro.</p>
<p></p>
<p>Segundo a consultoria, o PIB brasileiro projetado para o ano soma US$ 2,26 trilhões, colocando o país na 11ª posição — patamar que até então havia sido ocupado pela Rússia.</p>
<p></p>
<p>A mudança no quadro internacional foi puxada por uma combinação de fatores internos e externos que impulsionaram o desempenho russo em moeda forte. Com isso, o país euro-asiático não apenas retomou terreno, como também superou o Canadá no ranking.</p>
<p></p>
<p>Em nota distribuída pela Austin Rating, o economista-chefe da casa, Alex Agostini, explicou que o relatório do FMI gerou uma reacomodação importante entre as maiores economias do planeta:</p>
<p></p>
<p>“Entre os diversos indicadores revisados, o relatório revelou que houve mudanças importantes de posições entre as nações que compõem as 15 maiores economias do mundo pelo PIB em US$ e que representam 75% do PIB global”, afirmou.</p>
<p>O topo da lista continua idêntico:</p>
<p>– Estados Unidos: US$ 30,62 trilhões</p>
<p>– China: US$ 19,40 trilhões</p>
<p>– Alemanha: US$ 5,01 trilhões</p>
<p></p>
<p>A novidade aparece logo abaixo. A Índia, que havia assumido o 4º lugar no segundo trimestre, foi novamente ultrapassada pelo Japão, que agora soma US$ 4,28 trilhões.</p>
<p></p>
<p>A Rússia, por sua vez, aparece com PIB estimado em US$ 2,54 trilhões, enquanto o Canadá figura com US$ 2,28 trilhões. Depois do Brasil, surgem Espanha (US$ 1,89 trilhão), México (US$ 1,86 trilhão) e Coreia do Sul (US$ 1,86 trilhão).</p>
<p></p>
<p>Os dados mostram ainda que o crescimento de apenas 0,1% do PIB brasileiro no terceiro trimestre colocou o país na 34ª posição entre as economias que mais expandiram no período. O destaque ficou com Israel, que registrou avanço de 3,0% ante o trimestre anterior.</p>
<p></p>
<p>Mesmo com uma expansão tímida, analistas ressaltam que o Brasil mantém fundamentos mais robustos do que em anos recentes, com inflação sob controle e menor volatilidade fiscal — mas insuficientes para acompanhar economias que ganharam força por fatores excepcionais.</p>
<p></p>
<p>O salto russo no ranking global é explicado majoritariamente pela forte valorização do rublo ao longo de 2025. Segundo especialistas, esse movimento é reflexo de um conjunto de forças que atuaram simultaneamente:</p>
<p>– controles rígidos de capital, mantidos desde 2022;</p>
<p>– juros extremamente altos, que chegaram a 21% em junho de 2025;</p>
<p>– retomada parcial da confiança dos investidores estrangeiros, impulsionada pela expectativa de encerramento da guerra na Ucrânia;</p>
<p>– enfraquecimento do dólar, decorrente do ciclo de cortes de juros nos EUA;</p>
<p>– sinalização “dovish” ligada à possível indicação de Kevin Hassett para substituir Jerome Powell no Federal Reserve em 2026.</p>
<p></p>
<p>Como o FMI converte os dados para dólares, o fortalecimento da moeda russa fez o PIB nominal de Moscou subir de patamar, recolocando o país entre as grandes economias do mundo.</p>
<p></p>
<p>O levantamento também sugere que, quando o FMI consolidar os números finais de 2025, a Rússia pode superar a Itália, assumindo a 8ª colocação no ranking mundial — algo considerado provável caso a tendência de valorização cambial se mantenha. E mais: Filho de Lula recebeu mesada do Careca do INSS. Saiba detalhes! (Foto: Palácio do Planalto; </p>
<p><img src="https://s3.sa-east-1.amazonaws.com/jiparananews/uploads/images/202512/image_870x_6931f1cc83389.webp" alt=""></p>
<p>Fonte: Poder360; InfoMoney)</p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Para a economia, Lula é pior que uma pandemia</title>
<link>https://jiparananews.com/para-a-economia-lula-e-pior-que-uma-pandemia</link>
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<description><![CDATA[ Rombo recorde nas estatais, dívida em disparada e risco de colapso fiscal em 2027 mostram que o maior “vírus” da economia hoje está no Planalto. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 21:20:43 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a pandemia, mesmo sob enorme pressão global, o Brasil não quebrou. O governo Bolsonaro ampliou o auxílio emergencial, garantiu crédito às pequenas empresas, preservou cadeias produtivas e manteve setores estratégicos funcionando. O país enfrentou a maior crise sanitária do século, mas conseguiu reagir já em 2021 — havia base econômica para retomada. </p>
<p></p>
<p>Hoje, o risco não vem de um vírus, mas da política econômica de Lula. Sem pandemia, sem lockdown e com commodities ainda fortes, o que ameaça o Brasil é a combinação de gasto descontrolado, estatismo e improviso fiscal. </p>
<p></p>
<p>O rombo nas estatais explodiu: R$ 6,7 bilhões de déficit em 2024 e novo recorde em 2025. Os Correios sozinhos afundaram R$ 4,3 bilhões em seis meses — um símbolo de um Estado aparelhado e ineficiente. Empresas que deveriam gerar lucro viraram buracos negros de dinheiro público. </p>
<p></p>
<p>No fiscal, o quadro é dramático. A dívida deve subir mais de 10 pontos do PIB até 2026, podendo chegar perto de 98% do PIB em 2029, segundo projeções oficiais e do FMI — patamar típico de país pré-colapso. A Câmara alerta para risco real de colapso fiscal em 2027, e Simone Tebet já admitiu que o arcabouço “não se sustenta” depois desse ano. </p>
<p></p>
<p>E os juros refletem esse descontrole. Com inflação esperada em torno de 5%, a Selic atual — perto de 15% — resulta em juros reais próximos de 9% a 10%, segundo IMF, BBVA e análises de mercado. É uma das taxas reais mais altas do mundo, sinal claro de que o risco fiscal brasileiro está explodindo. Juros reais tão elevados travam investimentos, sufocam empresas e aumentam o custo da dívida pública. </p>
<p></p>
<p>Economistas como Alexandre Schwartsman falam em “crise contratada para 2027”. As despesas obrigatórias crescem sem limite, expulsando o dinheiro destinado a serviços essenciais e a investimentos mínimos — um caminho que nenhum país sustenta por muito tempo. </p>
<p></p>
<p>A pandemia paralisou o mundo inteiro, mas passou. A crise atual é fabricada. É resultado direto das escolhas do governo. </p>
<p></p>
<p>Do ponto de vista das contas públicas, da confiança e das oportunidades de crescimento, a gestão Lula já se mostra pior que a pandemia que paralisou o planeta. </p>
<p></p>
<p>Fonte: Instagram @eomundooficial_</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo Lula bate recorde de arrecadação e ignora alívio fiscal à população</title>
<link>https://jiparananews.com/governo-lula-bate-recorde-de-arrecadacao-e-ignora-alivio-fiscal-a-populacao</link>
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<description><![CDATA[ Arrecadação federal em outubro registra maior valor da série histórica. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 16:15:50 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal divulgou nesta segunda-feira (24) que a arrecadação de tributos federais alcançou R$ 261,9 milhões em outubro, o maior valor já registrado para o mês. O número representa um crescimento real de 0,92% em relação a outubro de 2024, superando a inflação do período.</p>
<p></p>
<p>No acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação total atingiu R$ 2,4 trilhões. Isso equivale a uma alta real de 3,2% na comparação com os dez primeiros meses do ano anterior.</p>
<p></p>
<p>De acordo com o órgão, esse é o melhor desempenho já registrado tanto para o mês de outubro quanto para o período acumulado do ano.</p>
<p></p>
<p>Os valores arrecadados incluem tributos federais como Imposto de Renda (pessoa física e jurídica), contribuições previdenciárias, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Imposto de Importação, PIS/Pasep e Cofins. Entram também na conta receitas com royalties e depósitos judiciais, ainda que esses não sejam diretamente apurados pela Receita Federal.</p>
<p></p>
<p>A nova marca reforça a forte carga tributária imposta à população e ao setor produtivo. Apesar do crescimento da arrecadação, persistem críticas à ausência de cortes de gastos e à falta de reformas estruturais por parte do governo federal.</p>
<p></p>
<p>News Atual</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Alerta vermelho: recorde de empresas inadimplentes expõe colapso econômico</title>
<link>https://jiparananews.com/alerta-vermelho-recorde-de-empresas-inadimplentes-expoe-colapso-economico</link>
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<description><![CDATA[ Serasa Experian aponta 8 milhões de CNPJs negativados e alerta para cenário crítico nas pequenas e médias empresas. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 19:26:41 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil alcançou um marco alarmante em julho de 2025: 8 milhões de empresas negativadas, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, divulgado nesta sexta-feira (12). É o sétimo mês consecutivo de alta, consolidando um recorde histórico na série.</p>
<p></p>
<p>De junho para julho, mais de 200 mil novos CNPJs foram adicionados à lista de inadimplência. Na comparação com julho de 2024, o aumento é de 1,1 milhão de empresas em situação irregular.</p>
<p></p>
<p>O ticket médio das dívidas também bateu recorde, chegando a R$ 3.302,30 por empresa, com uma média de 7,3 débitos por CNPJ. Ao todo, as dívidas somam impressionantes R$ 193,4 bilhões.</p>
<p></p>
<p>A economista da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, explica que o cenário é agravado pelos juros elevados e maior restrição na concessão de crédito, fatores que dificultam a renegociação de prazos e dívidas.</p>
<p></p>
<p>“As empresas têm contraído dívidas cada vez mais altas. O ambiente econômico mais restritivo afeta diretamente a capacidade de recuperação, principalmente das micro e pequenas empresas”, afirmou.</p>
<p></p>
<p><strong>Pequenas e médias lideram os índices de inadimplência</strong></p>
<p></p>
<p>As Pequenas e Médias Empresas (PMEs) foram as mais atingidas, representando 7,6 milhões dos 8 milhões de CNPJs negativados. Juntas, acumulam 54 milhões de dívidas, totalizando R$ 174,1 bilhões em valores pendentes.</p>
<p></p>
<p>O setor de Serviços concentrou a maior parte das empresas inadimplentes em julho, com 54,1% dos registros. Em seguida, aparecem os segmentos de Comércio (33,7%) e Indústria (8%). Já os setores Financeiro, Terceiro Setor e Primário somam os 4,2% restantes.</p>
<p></p>
<p>Em relação à natureza das dívidas, o setor de Serviços responde por 31,8% do total inadimplido, seguido por Bancos e Cartões, com 19,8%.</p>
<p></p>
<p><strong>Sudeste concentra maior número de empresas negativadas</strong></p>
<p></p>
<p>Entre as regiões brasileiras, o Sudeste lidera com 4,1 milhões de CNPJs inadimplentes, seguido pelo Sul, com 1,2 milhão. Os dados reforçam o impacto generalizado da crise nas atividades empresariais, mesmo em centros considerados mais desenvolvidos.</p>
<p></p>
<p>O Indicador da Serasa considera inadimplentes as empresas com pelo menos um compromisso vencido e não quitado até o último dia do mês de referência. A análise é segmentada por unidade federativa, porte e setor de atuação.</p>
<p></p>
<p>News Atual </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Entenda o Caos que sobrevirá ao Brasil dado a Crise Comercial com os EUA</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 09:33:23 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A iminente tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, anunciada pelo presidente Donald Trump para entrar em vigor em 1º de agosto, ameaça desestabilizar a economia brasileira. </p>
<p></p>
<p>Sem um acordo para reverter a medida, já que segundo o deputado federal Eduardo Bolsonaro, "o presidente americano impôs como condições para reverter o tarifaço, que o presidente da Câmara dos Deputados paute a Anistia aos presos do Atos de 8 Janeiro", pois este foi um compromisso que Hugo Motta fez com a ala conservadora quando ainda disputava a eleição para a presidência da casa de leis.</p>
<p></p>
<p>Especialistas preveem consequências graves para o país, tendo em vista que Mota se mantém irredutível à soltura dos presos políticos através da Anistia. </p>
<p></p>
<p><strong>Confira um pouco do Impactos no Comércio</strong></p>
<p></p>
<p>Os EUA, segundo maior destino das exportações brasileiras, absorvem produtos como café, suco de laranja, carne, aço e aeronaves. A tarifa pode reduzir em R$ 52 bilhões as exportações, comprometendo 110 mil empregos, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Setores como agronegócio e indústria, especialmente café e suco de laranja, enfrentam risco de colapso, com perdas estimadas em US$ 5,8 bilhões para o agro. A impossibilidade de redirecionar todo o volume exportado para outros mercados, como China, agrava o cenário, podendo levar a uma queda de preços no mercado interno.</p>
<p></p>
<p><strong>Efeitos Econômicos e Inflação</strong></p>
<p></p>
<p>A alta do dólar, que já atingiu R$ 5,68, pode elevar a inflação no Brasil, pressionando o Banco Central a manter juros altos (atualmente em 15%), o que desacelera a economia e aumenta o risco de recessão. Consumidores brasileiros sentirão o impacto no bolso, enquanto nos EUA os preços de produtos como café e suco de laranja devem subir, afetando também os americanos.</p>
<p></p>
<p><strong>Tensões Diplomáticas</strong></p>
<p></p>
<p>A crise, intensificada por questões políticas como o julgamento de Jair Bolsonaro, e a preferência de Lula e Hugo Motta manter brasileiros presos por manifestações políticas, deixa o Brasil isolado nas negociações. </p>
<p></p>
<p>Pois a Casa Branca não quer nem ouvir a comissão de Senadores que estão nos EUA, com outras propostas que não seja a liberdade dos presos políticos e que o Brasil deixe de cometer crimes relacionados aos Direitos Humanos, repressão políticas aos opositores de Lula, como perseguição à jornalistas etc.</p>
<p></p>
<p> Especialistas alertam que retaliações, como a Lei da Reciprocidade Econômica proposto por Lula podem escalar o conflito, gerando uma “escada tarifária” prejudicial.</p>
<p></p>
<p>Com informações de CNN Brasil, G1, BBC News Brasil, Valor Econômico</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Manifesto de empresários diz que Brasil caminha para virar Venezuela</title>
<link>https://jiparananews.com/manifesto-de-empresarios-diz-que-brasil-caminha-para-virar-venezuela</link>
<guid>https://jiparananews.com/manifesto-de-empresarios-diz-que-brasil-caminha-para-virar-venezuela</guid>
<description><![CDATA[ Documento assinado por 183 entidades empresariais cita &#039;recentes acontecimentos&#039; no país que &#039;vêm tornando a vida dos cidadão um verdadeiro inferno&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 20:48:13 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de 183 entidades empresariais de Santa Catarina divulgou nota, nesta segunda, em que afirma que o Brasil está a caminho de virar uma Venezuela.</p>
<p></p>
<p>O manifesto cita o aumento do IOF pelo governo Lula num contexto de “recentes acontecimentos que vêm tornando a vida dos cidadãos brasileiros um verdadeiro inferno”. </p>
<p></p>
<p>“A sociedade civil, acuada, não consegue dar conta dos desafios impostos por aqueles que nos governam, ao passo que parte substancial de nossos ‘representantes do povo‘ age ativamente para a preservação de seus próprios interesses”, diz a carta das entidades catarinenses. </p>
<p></p>
<p>“Está ficando cada vez mais evidente que o Brasil caminha a passos largos rumo a venezuelização da população”, diz o texto. </p>
<p></p>
<p>Os empresários reclamam que a a máquina pública no Brasil “incha ao ponto do insustentável”. </p>
<p></p>
<p>“Para fazer frente à despesa que não para de subir, nossos mandatários recorrem à eterna solução fácil de elevar a carga tributária que já é, para surpresa de zero pessoas, a maior do mundo”, diz o manifesto.</p>
<p></p>
<p>A carta não cita nomes de políticos, mas deixa evidente a insatisfação dos empresários com os rumos do país. </p>
<p></p>
<p><strong>Leia o documento: </strong></p>
<p></p>
<p><em>Em vista dos recentes acontecimentos que vêm tornando a vida dos cidadãos brasileiros um verdadeiro inferno, as entidades que subscrevem esta nota, representantes dos setores produtivos que lutam diariamente para promover o desenvolvimento social e econômico dos Municípios em que estão sediadas, não podem se furtar de deixar clara a consternação com as decisões tomadas por aqueles eleitos para conduzir os rumos da Nação. </em></p>
<p></p>
<p><em>Está ficando cada vez mais evidente que o Brasil caminha a passos largos rumo à venezuelização da população. A sociedade civil, acuada, não consegue dar conta dos desafios impostos por aqueles que nos governam, ao passo que parte substancial de nossos “representantes do povo” age ativamente para a preservação de seus próprios interesses. </em></p>
<p></p>
<p><em>Enquanto isso, a máquina pública incha ao ponto do insustentável. Para fazer frente à despesa que não para de subir, nossos mandatários recorrem à eterna solução fácil de elevar a carga tributária que já é, para surpresa de zero pessoas, a maior do mundo. </em></p>
<p></p>
<p><em>Desconectados do mundo real, esses iluminados mal conseguem andar com a cabeça erguida nas ruas, sob pena de sofrer a imediata reprovação daqueles que os sustentam.  </em></p>
<p></p>
<p>Com informações de VEJA</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Crise Industrial: Fechamento de Fábrica da Nissan até 2028 e da Usina da Raízen Refletem Peso da Carga Tributária no Brasil</title>
<link>https://jiparananews.com/crise-industrial-no-brasil-nissan-e-raizen-fecham-unidades-e-demitem-milhares-em-meio-a-alta-de-impostos</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 14:14:04 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A crise industrial no Brasil, intensificada pela alta carga tributária, levou a Nissan a anunciar o fechamento de sua fábrica em Resende (RJ) até 2028, impactando a produção de veículos como Kicks e Versa. Os elevados custos operacionais, com impostos como ICMS, PIS/COFINS e IPI representando até 40% do custo de produção, comprometem a competitividade da montadora, ameaçando milhares de empregos diretos e indiretos.</p>
<p></p>
<p>A Raízen, maior produtora de etanol do país, também fechou sua usina MB em Morro Agudo (SP), demitindo cerca de 2 mil trabalhadores. A decisão reflete as dificuldades impostas pela tributação sobre combustíveis e insumos agrícolas, além da volatilidade do mercado, que pressiona o setor sucroalcooleiro a reduzir operações.</p>
<p></p>
<p>A política de isenção de impostos para importações de até US$ 50, via programa Remessa Conforme, agrava o cenário. Segundo a Receita Federal, essa medida pode custar R$ 7,4 bilhões em arrecadação em 2025, favorecendo importadores estrangeiros e reduzindo a competitividade da indústria nacional.</p>
<p></p>
<p>A combinação de alta tributação e falta de incentivos fiscais cria um ambiente hostil para indústrias no Brasil, aumentando o risco de desindustrialização. O fechamento de unidades da Nissan e da Raízen ilustra como esses fatores impactam empregos e economias locais.</p>
<p></p>
<p>Sem reformas tributárias que reduzam a carga fiscal e promovam incentivos à produção, o Brasil pode enfrentar mais fechamentos de fábricas, com graves consequências econômicas e sociais. Especialistas defendem a simplificação do sistema tributário para reverter essa tendência.</p>
<p></p>
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<p></p>
<p>Com informações de Revista Oeste </p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Frigoríficos suspendem abate de bovinos pós tarifa de 50% imposta por Trump; entenda</title>
<link>https://jiparananews.com/frigorificos-suspendem-abate-de-bovinos-pos-tarifa-de-50-imposta-por-trump-entenda</link>
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<description><![CDATA[ Decisão de Trump trava exportações, força redirecionamento da carne bovina brasileira para outros mercados e ameaça preços no mercado interno; Com isso, frigoríficos suspendem abate de bovinos para os EUA. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 14:57:56 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio do ex-presidente Donald Trump de impor uma tarifa de 50% sobre a carne bovina brasileira com entrada em vigor a partir de 1º de agosto de 2025 provocou uma reação imediata no setor frigorífico nacional. Grandes indústrias de carne, como JBS, Marfrig e Naturafrig, suspenderam o abate de bovinos destinados aos Estados Unidos, redirecionando a produção a outros mercados. A decisão ameaça pressionar o preço da carne e da arroba do boi no Brasil e reacende debates sobre os impactos de guerras comerciais no agronegócio.</p>
<p></p>
<p>Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), já foram interrompidas as produções voltadas ao mercado americano. Ainda assim, contratos em andamento somam cerca de 30 mil toneladas de carne e mais de US$ 150 milhões em cargas já em trânsito ou nos portos. O temor de ter que arcar com a sobretaxa fez com que frigoríficos como o Naturafrig, em Mato Grosso do Sul, colocassem suas equipes comerciais para buscar compradores alternativos, principalmente China, Chile e Oriente Médio.</p>
<p></p>
<p>A reação foi tão rápida quanto drástica. O vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Frios e Carnes de MS (Sincadems), Alberto Capucci, confirma que a suspensão partiu dos próprios compradores americanos, que alegaram não conseguir absorver o novo custo. “Tudo foi suspenso já no momento seguinte ao anúncio”, afirmou.</p>
<p></p>
<p><strong>Impacto direto no mercado interno</strong> </p>
<p></p>
<p>Com a interrupção das exportações e a necessidade de realocar a carne bovina — um produto perecível — para o mercado doméstico, analistas já preveem queda nos preços da carne e do boi gordo no Brasil. O aumento da oferta, somado ao momento de maior abate por causa da seca, deve pressionar ainda mais os valores pagos ao produtor. “A recolocação no mercado interno pode provocar redução de preços tanto ao consumidor quanto ao pecuarista”, alertou Jaime Verruck, secretário da Semadesc em Mato Grosso do Sul.</p>
<p></p>
<p><strong>Participação dos EUA nas exportações </strong></p>
<p></p>
<p>Apesar de os Estados Unidos representarem apenas 7,3% das exportações totais de carne bovina do Brasil, o país tem grande importância estratégica. </p>
<p></p>
<p>Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, os EUA foram o segundo maior destino das exportações em 2024, com US$ 235,5 milhões em carne bovina e 49,6 mil toneladas embarcadas, atrás apenas da China.</p>
<p></p>
<p>A tarifa torna inviável a continuidade dos negócios. Segundo Verruck, o sistema de cotas dos EUA já impõe uma taxa de 26,4% para volumes acima de 65 mil toneladas. A adição dos 50% anunciados por Trump inviabiliza completamente a operação para a maioria das empresas.</p>
<p></p>
<p><strong>Governo busca resposta e prorrogação</strong> </p>
<p></p>
<p>Para tentar amenizar os impactos e preservar contratos em curso, o Governo Federal criou o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, reunido com representantes do agro e da indústria nesta semana. A proposta principal é prorrogar a entrada em vigor da medida, permitindo o embarque de cargas já prontas ou em trânsito.</p>
<p></p>
<p>Além disso, há pressão para uma resposta de reciprocidade comercial, ainda que o governo sinalize não querer adotá-la de forma imediata, enquanto isso frigoríficos suspendem abate de bovinos para os EUA. “Estamos falando com o governo federal para que não haja a aplicação da tarifa recíproca no curto prazo. Precisamos de tempo para realocar os estoques e buscar novos mercados”, disse Verruck.</p>
<p></p>
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<p></p>
<p>Com informações de Compre Rural</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Tarifas dos EUA Levam a Cancelamento de Pedidos de Empresas Brasileiras</title>
<link>https://jiparananews.com/tarifas-dos-eua-levam-a-cancelamento-de-pedidos-de-empresas-brasileiras</link>
<guid>https://jiparananews.com/tarifas-dos-eua-levam-a-cancelamento-de-pedidos-de-empresas-brasileiras</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 10:31:17 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Importadores americanos estão cancelando pedidos de empresas brasileiras após o anúncio de uma tarifa de 50% sobre produtos do Brasil, feita pelo presidente Donald Trump, 9 de julho de 2025. </p>
<p></p>
<p>A medida, que entra em vigor em 1º de agosto, já afetou setores como o de pescado, com 58 contêineres parados em portos brasileiros, e ameaça exportações de US$ 40,3 bilhões, incluindo petróleo, aço e café. </p>
<p></p>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alerta para prejuízos graves, enquanto o governo brasileiro, liderado por Lula e Alckmin, planeja retaliações. </p>
<p></p>
<p>A relação comercial, enfrenta tensões, e especialistas temem queda na competitividade brasileira. Negociações diplomáticas são cruciais para evitar um caos no Brasil que tende a sair perdendo com o impasse.</p>
<p></p>
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<p></p>
<p>Visto que o índice de desemprego pode iniciar também no próximo mês, o que afetará diretamente a economia brasileira.</p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Como tarifa de 50% anunciada por Trump impacta o Brasil?</title>
<link>https://jiparananews.com/como-tarifa-de-50-anunciada-por-trump-impacta-o-brasil</link>
<guid>https://jiparananews.com/como-tarifa-de-50-anunciada-por-trump-impacta-o-brasil</guid>
<description><![CDATA[ CNI prevê graves consequências para o país, que tem os EUA como segundo maior parceiro comercial. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 16:05:22 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu o Brasil ao anunciar, nesta quarta-feira (9), uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros, prevista para entrar em vigor a partir do dia 1° de agosto. A medida vai muito além de uma disputa comercial, sendo também uma retaliação direta a decisões políticas, judiciais e até diplomáticas tomadas pelo Brasil nos últimos meses. O que está por trás desse “tarifaço” e como ele pode afetar o seu bolso? </p>
<p></p>
<p>A taxa anunciada pelo republicano se somará às já existentes, e é a mais alta entre todas as impostas por Trump a 22 nações esta semana. Segundo carta enviada pela Casa Branca ao Palácio do Planalto, a decisão foi motivada por diversos fatores, não só econômicos.</p>
<p></p>
<p>Um deles é a condução de processos judiciais no Brasil contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados. Para o republicano, está em vigor uma “caça às bruxas” contra a direita brasileira, que deve ser encerrada “imediatamente”.</p>
<p></p>
<p>Outros fatores de insatisfação são medidas do STF que, segundo os EUA, censuram usuários e redes sociais norte-americanas. A decisão da Corte de derrubar parcialmente o Marco Civil da Internet, promovendo uma regulação das redes e a responsabilização de big techs, causou ainda mais mal-estar com o governo estadunidense.</p>
<p></p>
<p>O efeito BRICS é mais um dos pivôs nesse caso. Os EUA veem com preocupação o estreitamento de laços do Brasil com os países do bloco que inclui Rússia, Irã, China, África do Sul, Índia, Egito, Etiópia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Para o governo Trump, há um sentimento antiocidental e antiamericano no grupo, e as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre buscar moedas alternativas ao dólar seriam um sinal dessa rivalidade.</p>
<p></p>
<p>Além disso, o governo dos EUA tem acusado o Brasil de supostas práticas comerciais desleais, com base na Seção 301 da Lei de Comércio do país.</p>
<p></p>
<p><strong>COMO ESSE TARIFAÇO AFETARÁ O BRASIL?</strong></p>
<p></p>
<p>O potencial de impacto dessa nova tarifa é bilionário, visto que os Estados Unidos são o segundo parceiro comercial do Brasil. Somente em 2024, o Brasil exportou 40,4 bilhões de dólares para os EUA, o que equivale a R$ 224 bilhões e 12% do total exportado. Nosso país tem déficit comercial com EUA desde 2009.</p>
<p></p>
<p>Os itens mais vendidos para os estadunidenses são petróleo bruto, minério de ferro, aço, máquinas, aeronaves e produtos eletrônicos, segundo dados do ComexVis do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Dessa forma, o setor energético, de tecnologia, a Embraer e a Petrobras devem ser fortemente afetados.</p>
<p></p>
<p>Já no setor do agronegócio, o açúcar, café, suco de laranja, carne bovina, frango e soja são outros dos principais itens vendidos aos norte-americanos. Para o professor de relações internacionais e economia no Ibmec-SP, consultado pela Agência Brasil, um dos efeitos colaterais será a diminuição de exportações de commodities agrícolas, e aumento de oferta no mercado interno, o que pode derrubar o preço desses produtos no Brasil.</p>
<p></p>
<p>Mas isso não é motivo para se comemorar, pois a queda na exportação significa menos receita, menos investimento e menos empregos. E sim, o desemprego é um dos fatores que mais preocupa em toda essa situação. Isso porque tendo que arcar com um custo 50% maior por tonelada exportada, as empresas terão que cortar custos para se manter.</p>
<p></p>
<p>Vale destacar que os EUA são grandes compradores de produtos industrializados brasileiros, e essa cadeia de produção envolve muitos trabalhadores. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o impacto será grave.</p>
<p></p>
<p>O professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), Ecio Costa, disse ao portal Poder360 esperar uma desaceleração econômica, a desvalorização do dólar, o aumento do preço do câmbio e impacto na inflação.</p>
<p></p>
<p>Diante desse impasse, o Brasil analisa como reagirá. Se responderá taxando os EUA, se recorrerá à OMC (Organização Mundial do Comércio), ou se cederá a pressão e negociará com o país norte-americano.</p>
<p></p>
<p>Pleno News </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Trump manda carta para Lula e anuncia tarifa de 50% para Brasil</title>
<link>https://jiparananews.com/trump-manda-carta-para-lula-e-anuncia-tarifa-de-50-para-brasil</link>
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<description><![CDATA[ Medida vale a partir de 1º de agosto. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:03:14 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (9), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O americano anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A nova taxa deverá entrar em vigor em 1º de agosto.</p>
<p></p>
<p>Ao justificar o aumento da tarifa sobre o Brasil, Trump citou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p></p>
<p>No documento, Trump afirmou ainda que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”.</p>
<p></p>
<p>De acordo com a carta, a tarifa de 50% será aplicada sobre “todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os EUA, separada de todas as tarifas setoriais existentes”. As informações são do G1.</p>
<p></p>
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<p></p>
<p><strong>Leia, a carta na íntegra:</strong></p>
<p></p>
<p><em>9 de julho de 2025</em></p>
<p><em>Sua Excelência</em></p>
<p><em>Luiz Inácio Lula da Silva</em></p>
<p><em>Presidente da República Federativa do Brasil</em></p>
<p><em>Brasília</em></p>
<p></p>
<p><em>Prezado Sr. Presidente:</em></p>
<p></p>
<p><em>Conheci e tratei com o ex-Presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei muito, assim como a maioria dos outros líderes de países. A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!</em></p>
<p></p>
<p><em>Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos (como demonstrado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes. Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta.</em></p>
<p></p>
<p><em>Além disso, tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que precisamos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial gerada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco.</em></p>
<p></p>
<p><em>Por favor, entenda que os 50% são muito menos do que seria necessário para termos igualdade de condições em nosso comércio com seu país. E é necessário ter isso para corrigir as graves injustiças do sistema atual. Como o senhor sabe, não haverá tarifa se o Brasil, ou empresas dentro do seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos e, de fato, faremos tudo o possível para aprovar rapidamente, de forma profissional e rotineira — em outras palavras, em questão de semanas.</em></p>
<p></p>
<p><em>Se por qualquer razão o senhor decidir aumentar suas tarifas, qualquer que seja o valor escolhido, ele será adicionado aos 50% que cobraremos. Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil, que causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional!</em></p>
<p><em>Além disso, devido aos ataques contínuos do Brasil às atividades comerciais digitais de empresas americanas, bem como outras práticas comerciais desleais, estou instruindo o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil.</em></p>
<p></p>
<p><em>Se o senhor desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do relacionamento com seu país. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América.</em></p>
<p></p>
<p><em>Muito obrigado por sua atenção a este assunto!</em></p>
<p></p>
<p><em>Com os melhores votos, sou,</em></p>
<p><em>Atenciosamente,</em></p>
<p><em>DONALD J. TRUMP</em></p>
<p><em>PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA</em></p>
<p></p>
<p>Pleno News </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo Lula publica ‘MP da Taxação’ e aumenta vários impostos de uma só vez</title>
<link>https://jiparananews.com/governo-lula-publica-mp-da-taxacao-e-aumenta-varios-impostos-de-uma-so-vez</link>
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<description><![CDATA[ Medida atinge apostas esportivas, bancos, investidores e criptoativos; parte das mudanças terá efeito imediato, enquanto outras passam a valer entre 2025 e 2026. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 14:53:01 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal publicou nesta quarta-feira (11) uma Medida Provisória (MP) com um pacote de medidas tributárias que altera regras de arrecadação em diversos setores da economia.</p>
<p></p>
<p>A ‘MP da Taxação’ foi editada após o Planalto ser forçado pelo Legislativo a recuar em outras frentes de arrecadação e visa, segundo o Ministério da Fazenda, “corrigir distorções, construir isonomia tributária e manter o equilíbrio fiscal do Brasil”.</p>
<p></p>
<p>As mudanças atingem plataformas de apostas esportivas, instituições financeiras, investidores de renda fixa e variável, criptoativos e planos de previdência privada. Embora algumas das novas regras entrem em vigor imediatamente, outras terão aplicação gradual até 2026.</p>
<p></p>
<p><em>Eis as principais alterações da MP:</em></p>
<p></p>
<p>Apostas esportivas (bets) — A alíquota sobre a receita bruta das plataformas sobe de 12% para 18%. Do total, 6% será destinado à área da saúde. A mudança entra em vigor quatro meses após a publicação da MP.</p>
<p>CSLL de fintechs e instituições de pagamento — A alíquota mínima de 9% é extinta. A partir da mudança, todas as instituições financeiras pagarão ao menos 15% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Vigência em quatro meses.</p>
<p></p>
<p>Tributação de renda fixa isenta — Será cobrado 5% de IR sobre novos títulos isentos emitidos a partir de janeiro de 2026, como LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas. Papéis emitidos até lá continuarão isentos.</p>
<p></p>
<p>IOF sobre risco sacado — O imposto sobre esse tipo de operação de antecipação de pagamentos empresariais é reduzido para 0,0082% ao dia.</p>
<p></p>
<p>Juros sobre capital próprio (JCP) — A alíquota de IR sobe de 15% para 20% sobre os valores pagos aos acionistas.</p>
<p></p>
<p>Unificação do IR sobre investimentos — Alíquota única de 17,5% para lucros de aplicações financeiras a partir de janeiro de 2026, independentemente do tipo de ativo ou prazo.</p>
<p></p>
<p>Criptoativos e ativos virtuais — Rendimentos e ganhos líquidos de pessoas físicas, empresas isentas e optantes do Simples passarão a ser tributados à alíquota de 17,5%.</p>
<p></p>
<p>VGBL (previdência privada) — Haverá duas fases de incidência de IOF sobre grandes aportes. Até 31 de dezembro de 2025, o imposto incidirá sobre valores superiores a R$ 300 mil na mesma seguradora. A partir de 2026, a tributação valerá para aportes acima de R$ 600 mil, mesmo que distribuídos entre diferentes instituições. Contribuições patronais ficam isentas.</p>
<p></p>
<p>Investimento estrangeiro direto — O retorno do capital investido no Brasil volta a ser isento de IOF, revertendo regra anterior que previa alíquota de 0,38%.</p>
<p></p>
<p><strong>Tramitação no Congresso</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Apesar de a MP ter efeito imediato, ela precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias. O texto será inicialmente analisado por uma comissão mista de deputados e senadores, que pode sugerir alterações. Em seguida, seguirá para votação nos plenários da Câmara e do Senado.</p>
<p></p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não há “compromisso” por parte do Parlamento com a aprovação da medida. Ele cobrou do governo ações estruturais mais amplas para o equilíbrio fiscal, como a reforma administrativa, que deve ser discutida em fase posterior das negociações.</p>
<p></p>
<p>A equipe econômica ainda não divulgou a estimativa oficial de arrecadação esperada com as novas medidas.</p>
<p></p>
<p>Conexão Política </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>SOB LULA, ESTATAIS TÊM O MAIOR PREJUÍZO DOS ÚLTIMOS 23 ANOS</title>
<link>https://jiparananews.com/sob-lula-estatais-tem-o-maior-prejuizo-dos-ultimos-23-anos</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:42:56 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ciclo danoso do governo de Lula (PT) às contas públicas foi evidenciado pelo Banco Central, com a constatação de um prejuízo recorde de R$ 2,73 bilhões registrados pelas empresas estatais federais, somente entre janeiro e abril deste ano. Foi o pior desempenho em 23 anos da série histórica iniciada em 2002.</p>
<p></p>
<p>O relatório de estatísticas fiscais divulgado na sexta-feira (30) expôs mais um motivo de descrédito de investidores sobre a política fiscal petista: o saldo negativo de 62,8%, no primeiro quadrimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p></p>
<p>O quadro tão crítico que apenas o mês de abril registrou prejuízo de R$ 1,4 bilhão, outro recorde histórico para este mês.</p>
<p></p>
<p>Neste terceiro mandato de Lula comandando o Brasil, as empresas públicas federais tiveram déficit em todos os primeiros quadrimestres: R$ 1,842 bilhão, em 2023; R$ 1,678 bilhão, em 2024, mais os R$ 2,73 bilhões deste ano de 2025.</p>
<p></p>
<p>Diário do Poder</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>A Carga Tributária Brasileira e o Risco de Colapso</title>
<link>https://jiparananews.com/a-carga-tributaria-brasileira-e-o-risco-de-colapso</link>
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<description><![CDATA[ Em 2025, os brasileiros trabalharam, em média, 149 dias para pagar impostos, taxas e contribuições exigidos pelos governos federal, estadual e municipal, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Isso equivale a cerca de 40,82% do rendimento médio anual, ou seja, até 29 de maio de 2025, o trabalho foi dedicado exclusivamente ao pagamento de tributos. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 09:22:10 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>De janeiro de 2023 a maio de 2025, o governo Lula criou ou aumentou impostos 24 vezes, a cada 37 dias em média. Rotulada como “recomposição fiscal”, essa política é, na prática, uma extorsão de sobrecarrega os brasileiros que sustenta um governo excessivo, sacrificando quem move a economia.Com uma carga tributária de 33% do PIB, uma das maiores do mundo segundo a OCDE, o Brasil cobra muito e entrega pouco em serviços como saúde e educação. </p>
<p></p>
<p>A complexidade de mais de 90 tributos eleva custos para empresas, reduzindo investimentos e empregos. Essa escalada fiscal cria um ciclo vicioso: menos renda, menos consumo e menos crescimento. A fuga de capitais e talentos crescem, enquanto a insatisfação popular aumenta, e já se fala que o Impeachment de Lula é o único caminho para livrar o Brasil de um colapso econômico.</p>
<p></p>
<p>Pois entenderam que a maneira da esquerda governar com a recém frase de Lula: “Economizar pra quem?”, prioriza gastos estatais e programas sociais sem questionar a ineficiência do setor público, que consome 13% do PIB.</p>
<p></p>
<p>Esse governo ainda resiste a privatizações de estatais que passaram a dar prejuízos no governo PT e não se fala em reformas, desincentivando o setor privado essencial para a riqueza. Tal modelo falha ao ignorar que um Estado inchado e impostos altos afastam investimentos. Países como Singapura prosperam com menos intervenção, enquanto o Brasil estagna.</p>
<p></p>
<p>Para evitar o colapso, é crucial simplificar tributos, reduzir a carga fiscal, cortar gastos públicos e investir em infraestrutura, incentivando o empreendedorismo e o Agro. </p>
<p></p>
<p>Mas Lula prefere investir no MST e incentivar invasões de terras para completar.</p>
<p></p>
<p>Sem reformas, a política de aumentos tributários desse governo, justificada por frases como “Economizar pra quem?”, continuará extorquindo os brasileiros, comprometendo o futuro econômico do país, se não for parado pelo Congresso Nacional. </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Casa da Lavoura agora é Nossa Lavoura e reforça compromisso com o produtor rural</title>
<link>https://jiparananews.com/casa-da-lavoura-agora-e-nossa-lavoura-e-reforca-compromisso-com-o-produtor-rural</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 28 May 2025 15:16:50 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A tradicional rede de lojas agropecuárias Casa da Lavoura, com forte presença em Rondônia e outros estados do Norte, agora passa a se chamar Nossa Lavoura. A mudança faz parte de um reposicionamento estratégico do Grupo Axia Agro, que busca modernizar a marca sem deixar de lado a experiência de 40 anos no apoio ao produtor rural.</p>
<p></p>
<p>A nova identidade foi oficialmente apresentada durante a Rondônia Rural Show 2025, maior feira agropecuária do estado. Segundo o grupo, a transição para “Nossa Lavoura” representa um olhar mais moderno, inovador e conectado com as demandas atuais da pecuária.</p>
<p></p>
<p><strong>De Rondônia para o Brasil</strong></p>
<p></p>
<p>A história começou em 1981, com unidades em Ariquemes e Ji-Paraná. Em 1983, a marca chegou a Jaru, e em 1998 nasceu a Supremax, indústria de nutrição animal em Tangará da Serra (MT), consolidando o crescimento do grupo. Ao longo dos anos, a empresa expandiu sua atuação com novas lojas e fábricas, alcançando outros estados da Região Norte e Centro-Oeste.</p>
<p></p>
<p>Hoje, a Nossa Lavoura é considerada a maior rede de revendas agropecuárias da Região Norte, com mais de 40 unidades espalhadas por Rondônia, Acre, Amazonas e Mato Grosso.</p>
<p></p>
<p><strong>Compromisso com o campo</strong></p>
<p></p>
<p>A Nossa Lavoura oferece soluções completas para o dia a dia do produtor rural, com foco em nutrição animal, pastagem, sanidade, máquinas agrícolas e consultoria técnica. O objetivo é garantir mais produtividade e segurança nas atividades do campo.</p>
<p></p>
<p>“A mudança de nome não é só estética. É uma estratégia para reforçar nosso vínculo com o produtor rural, com o campo e com o futuro da agropecuária. A Nossa Lavoura nasceu para estar ainda mais presente na rotina de quem trabalha com a terra e o gado”, destacou Daniel Bitelli, diretor de Estratégia e Negócios da Axia Agro.</p>
<p></p>
<p><strong>Lojas em Rondônia</strong></p>
<p><em>Confira algumas das unidades em Rondônia que agora operam com a nova marca:</em></p>
<p></p>
<p>Ji-Paraná – Av. Marechal Rondon e Rua Luiz Muzambinho</p>
<p>Jaru – Av. JK</p>
<p>Presidente Médici – Av. 30 de Junho</p>
<p>Cacoal – Av. Castelo Branco</p>
<p>Rolim de Moura – Av. 25 de Agosto</p>
<p>Pimenta Bueno – Rua Rui Barbosa</p>
<p>Vilhena – Av. Marechal Rondon</p>
<p>Porto Velho – Av. Amazonas, Nova Porto Velho</p>
<p></p>
<p>E mais unidades em Alvorada D’Oeste, Ouro Preto, Machadinho, Espigão, Nova Mamoré, Extrema, Candeias, Guaporé, e outras cidades.</p>
<p></p>
<p><strong>Sobre o Grupo Axia Agro</strong></p>
<p></p>
<p>Criado em 2021, o Grupo Axia Agro já é o maior distribuidor de insumos agropecuários do país. Com mais de 60 lojas em operação, o grupo é referência na oferta de produtos, tecnologia e serviços para o pecuarista. Fazem parte do grupo também a Agroline (e-commerce e lojas físicas) e a Supremax, braço industrial de nutrição animal.</p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Com Lula, o número de estrangeiros no Bolsa Família salta 540%</title>
<link>https://jiparananews.com/com-lula-o-numero-de-estrangeiros-no-bolsa-familia-salta-540</link>
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<description><![CDATA[ O custo para o Orçamento federal chega a quase R$ 1,7 bilhão por ano e os venezuelanos se tornaram o grupo mais numeroso. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 May 2025 13:02:08 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A quantidade de cidadãos estrangeiros beneficiários do programa Bolsa Familia aumentou exponencialmente entre os governos Bolsonaro e Lula, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), obtidos com exclusividade por Carlo Cauti na Edição 269 da Revista Oeste, via Lei de Acesso à Informação (LAN). </p>
<p><img src="https://s3.sa-east-1.amazonaws.com/jiparananews/uploads/images/202505/image_870x_6830a9ea68855.webp" alt=""></p>
<p>O número de famílias beneficiárias do Bolsa Família com pelo menos um membro declarado estrangeiro passou de 26,5 mil em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro, para 172,5 mil em 2024, segundo ano do governo Lula. Um aumento de 540º na comparação anual. </p>
<p></p>
<p>Ao considerar um pagamento médio do Bolsa Família de R$ 780 mensais por pessoa, o custo para o Orçamento federal chega a quase R$ 1,7 bilhão por ano. Do total de estrangeiros beneficiários do Bolsa Familia, os venezuelanos se tornaram o grupo mais numeroso, de 6,6 mil em 2019 para 84,9 mil em 2024. </p>
<p></p>
<p>O número de gringos inscritos no Cadastro Unico também aumentou entre dezembro de 2019 e março de 2025 e passou de 6 mil para 34,8 mil, respectivamente. Entre eles, os venezuelanos passaram de 226 inscritos para mais de 14 mil inscritos. </p>
<p></p>
<p>Fontes da Polícia Federal em Pacaraima (RR) relataram a Oeste que grupos cada vez maiores de venezuelanos ultrapassam a fronteira para se dirigirem à filial da Caixa Econômica Federal da cidade, onde realizam o Cadastro Unico e solicitam o Bolsa Familia e outros benefícios, para depois retornar ao território venezuelano e gastar o dinheiro por lá. </p>
<p></p>
<p>No começo do ano, a PF realizou duas operações contra fraudes no Benefício Assistencial à Pessoa Idosa (BPC-Loas), com 14 mandados de busca e apreensão cumpridos. Os investigadores identificaram diversos grupos criminosos que atuavam para obter o benefício de forma irregular. </p>
<p></p>
<p>Revista Oeste </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Recorde: Inadimplência atinge 70 milhões de brasileiros</title>
<link>https://jiparananews.com/recorde-inadimplencia-atinge-70-milhoes-de-brasileiros</link>
<guid>https://jiparananews.com/recorde-inadimplencia-atinge-70-milhoes-de-brasileiros</guid>
<description><![CDATA[ Segundo levantamento da CNDL e SPC, a maioria das dívidas é com bancos ]]></description>
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<pubDate>Sun, 18 May 2025 17:24:44 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, 42,36% da população adulta do país estava com o nome negativado em abril de 2025. Isso representa 70,29 milhões de consumidores.</p>
<p></p>
<p>O número de inadimplentes cresceu 4,59% em relação a abril de 2024. Na comparação com março, o aumento foi de 1,09%. Os dados abrangem todas as capitais e o interior dos 26 Estados e do Distrito Federal.</p>
<p></p>
<p>- O novo recorde histórico de inadimplência evidencia a crescente dificuldade do brasileiro em equilibrar o orçamento no fim do mês – afirmou José César da Costa, presidente da CNDL.</p>
<p></p>
<p>Para ele, “a combinação de preços elevados em itens essenciais, o alto nível de endividamento das famílias e a trajetória de alta da taxa básica de juros contribuem diretamente para o agravamento desse cenário preocupante”.</p>
<p></p>
<p>A pesquisa aponta que o maior crescimento ocorreu entre pessoas com dívidas em atraso há 3 a 4 anos, com alta de 46,43%. A faixa de 30 a 39 anos lidera o número de inadimplentes: são 17,38 milhões de pessoas, o que equivale a 51,21% desse grupo.</p>
<p></p>
<p>Com informações de Pleno News</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Poder de compra diminuiu para 81% dos brasileiros, aponta pesquisa Genial/Quaest</title>
<link>https://jiparananews.com/poder-de-compra-diminuiu-para-81-dos-brasileiros-aponta-pesquisa-genialquaest</link>
<guid>https://jiparananews.com/poder-de-compra-diminuiu-para-81-dos-brasileiros-aponta-pesquisa-genialquaest</guid>
<description><![CDATA[ Inflação, contas mais caras e dificuldade de emprego alimentam pessimismo com a economia e aumentam desaprovação ao governo Lula. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 19 Apr 2025 14:48:52 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A mais recente pesquisa Genial/Quaest revela uma piora significativa na percepção dos brasileiros sobre a economia do país. Segundo o levantamento, 81% dos entrevistados acreditam que o poder de compra diminuiu nos últimos 12 meses. A pesquisa foi realizada com 2.004 pessoas, entre os dias 27 e 31 de março, em 120 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.</p>
<p></p>
<p>Os dados mostram que a alta dos preços continua pesando no bolso do consumidor. Para 88% dos entrevistados, os produtos no supermercado ficaram mais caros no último mês, número superior aos 83% registrados em janeiro. O aumento no preço dos combustíveis também foi percebido por 70% dos entrevistados, enquanto 65% apontam alta nas contas de luz e água.</p>
<p></p>
<p>A dificuldade em conseguir emprego também foi destaque na pesquisa: 53% afirmam que está mais difícil encontrar uma vaga. Esses fatores se somam a uma visão negativa sobre o desempenho do governo federal. Para 56% dos brasileiros, a economia piorou no último ano – em janeiro, esse percentual era de 39%. Apenas 16% avaliam que houve melhora, e 26% acreditam que a situação segue igual.</p>
<p></p>
<p>A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também cresceu. A taxa de desaprovação subiu em todas as regiões do país, inclusive no Nordeste, tradicional reduto do PT. Lá, a desaprovação passou de 37% para 46%, e a aprovação caiu de 59% para 52%. As regiões com maior reprovação são Sul (64%), Sudeste (60%) e Centro-Oeste/Norte (52%).</p>
<p></p>
<p>Além disso, 53% dos entrevistados consideram o atual mandato de Lula pior que os dois anteriores (2003-2010). Outros 23% avaliam que são iguais, e 20% acham este governo melhor. A comparação com o ex-presidente Jair Bolsonaro também mostra mudança: 43% dizem que o governo Lula é pior, ante 37% na pesquisa anterior. Já 39% o consideram melhor, e 15% veem os dois governos como semelhantes.</p>
<p></p>
<p>Gazeta Hora1</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Fome Oculta: 58% dos Brasileiros Cortam Alimentos para Sobreviver à Inflação</title>
<link>https://jiparananews.com/fome-oculta-58-dos-brasileiros-cortam-alimentos-para-sobreviver-a-inflacao</link>
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<description><![CDATA[ Alta da Inflação Afeta o Consumo Alimentar no Brasil. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:59:21 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação tem apertado cada vez mais o orçamento dos brasileiros. Uma pesquisa recente do Datafolha, realizada entre 1º e 3 de abril, revela que 58% dos cidadãos já reduziram a quantidade de alimentos que compram devido ao aumento dos preços. Esse número salta para 67% entre os mais pobres, evidenciando um cenário de renúncia e dificuldades.</p>
<p></p>
<p>A pesquisa, que entrevistou 3 mil pessoas em 172 municípios, confirma as observações cotidianas: os preços dos alimentos estão mais altos, o dinheiro rende menos, e a paciência do consumidor está no limite. Ir a restaurantes tornou-se um luxo, com 61% dos entrevistados reduzindo a frequência dessas saídas. Até o tradicional cafezinho foi impactado, com metade dos consumidores optando por marcas mais baratas e 49% diminuindo o consumo.</p>
<p></p>
<p>Alarmantemente, um quarto dos brasileiros relatou ter menos comida em casa do que o necessário. Apenas 13% afirmaram ter mais do que precisam, um índice que se mantém estável desde o ano passado. O Brasil segue estagnado no mapa da insegurança alimentar, com metade da população reduzindo também o uso de recursos básicos como água, luz e gás. Cerca de 47% buscaram uma segunda fonte de renda para complementar o orçamento, enquanto 36% cortaram gastos com medicamentos.</p>
<p></p>
<p>A maioria dos entrevistados responsabiliza o governo pela escalada nos preços. Segundo o estudo, 54% atribuem grande responsabilidade ao presidente Lula pela inflação alimentar, com outros 29% compartilhando essa culpa com o governo federal. Mesmo entre os eleitores de Lula, 72% reconhecem alguma responsabilidade do governo na atual crise econômica.</p>
<p></p>
<p>Embora a aprovação do governo tenha aumentado de 24% para 29%, a desaprovação ainda é maior, marcando 38%. As tentativas do governo de mitigar a situação, como a isenção de impostos sobre a importação de alguns produtos, ainda não reverteram a alta dos preços nas gôndolas, aumentando a percepção de ineficácia das medidas.</p>
<p></p>
<p>A culpa pela inflação é atribuída a diversos fatores, mas o governo lidera como o principal responsável, seguido por produtores rurais, crises climáticas, conflitos internacionais e a crise econômica americana. Entre a população que ganha até dois salários mínimos, 55% culpam o Planalto.</p>
<p></p>
<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) corroborou a percepção popular, registrando uma inflação acumulada de 5,48% nos últimos 12 meses até março. A inflação mensal foi de 0,56%, influenciada principalmente pelos preços dos alimentos, com aumentos significativos nos preços de itens básicos como tomates, ovos e café.</p>
<p></p>
<p>News Atual</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Empréstimo de Lula é ‘agiotagem oficial’, diz ex&#45;presidente da Câmara</title>
<link>https://jiparananews.com/emprestimo-de-lula-e-agiotagem-oficial-diz-ex-presidente-da-camara</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 16:04:58 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em um artigo para o portal Poder360, o ex-deputado federal Eduardo Cunha classificou o empréstimo consignado para trabalhadores da iniciativa privada, apelidada por integrantes do próprio governo petista como “empréstimo do Lula”, como “agiotagem oficial”</p>
<p></p>
<p>A nova modalidade permite que o trabalhador solicite crédito aos bancos com uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia. Para Cunha o empréstimo não passa de uma “narrativa enganosa” que coloca em risco a já fragilizada situação financeira de milhões de brasileiros.</p>
<p></p>
<p>“Lula quis virar banqueiro de pobre, mas, na prática, está virando o agiota do pobre [..] Esse empréstimo do Lula pode acabar se tornando um verdadeiro tiro no seu pé”, escreveu.</p>
<p></p>
<p>Os juros do empréstimo, de acordo com Cunha, podem ultrapassar os 80% ao ano mesmo com múltiplas garantias envolvidas.</p>
<p></p>
<p>Na visão do ex-parlamentar, o governo estaria apostando em uma “equivocada crença” de que a expansão do crédito, via aumento do consumo das famílias, seja suficiente para impulsionar a economia.</p>
<p></p>
<p>Vista Patria</p>
<p></p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Ji&#45;Paraná: a cidade que pode surpreender o Brasil nos próximos anos!</title>
<link>https://jiparananews.com/ji-parana-a-cidade-que-pode-surpreender-o-brasil-nos-proximos-anos</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 07:59:35 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que Ji-Paraná tem tudo para seguir os passos de cidades como Rondonópolis (MT) e se tornar uma potência regional? Vamos aos números: </p>
<p>BR População atual: 124.333 habitantes &amp; PIB municipal: R$ 4,2 bilhões IDH: 0,714 (alto) </p>
<p></p>
<p>Localizada no coração de Rondônia, Ji-Paraná está rodeada por uma microrregião com mais de 300 mil habitantes em um raio de 100 km, formando um mercado consumidor fortíssimo para o comércio e novos negócios. </p>
<p></p>
<p>Somando os municípios ao redor, a economia regional pode movimentar cerca de R$ 8,9 bilhões por ano! Isso mesmo: são bilhões em potencial circulando ao redor da nossa cidade. </p>
<p></p>
<p>E tem mais... Em 2024, a Rondônia Rural Show Internacional, realizada aqui, movimentou R$ 4,4 bilhões em apenas uma semana, com mais de 276 mil visitantes. Um evento de nível internacional, que impulsiona toda a economia local! </p>
<p></p>
<p>Cidades como Rondonópolis, que hoje tem PIB de R$ 17 bilhões, também começaram assim: acreditando no seu potencial quando ninguém mais via. </p>
<p></p>
<p>Ji-Paraná está pronta para dar esse salto. E quem acreditar agora, vai crescer junto com ela. Comprar um terreno hoje? Abrir um negócio agora? Investir em conhecimento e estrutura? Tudo isso pode te colocar anos à frente! </p>
<p></p>
<p>A crise vai passar. O futuro começa com coragem. </p>
<p>Instagram: @JipaDicas</p>
<p>Siga Ji-Paraná News no <a href="https://chat.whatsapp.com/E1iM79utcif7TxWaZYO0ND" target="_blank" rel="noopener">WhatsApp</a> e <a href="https://www.instagram.com/jiparana.news/profilecard/?igsh=MXU3czRyeTZkODh1Nw==" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Vídeo: “Ladrão passou a mão no direito de comer ovo”, diz Lula</title>
<link>https://jiparananews.com/video-ladrao-passou-a-mao-no-direito-de-comer-ovo-diz-lula</link>
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<description><![CDATA[ Petista deu declarações nesta sexta-feira. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 17:13:50 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:14,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1319}">Nesta sexta-feira (14), Lula (PT) reclamou do preço dos ovos. O petista disse que ainda não encontrou uma explicação para o aumento do ovo.</p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:48,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1353}">Ele também falou que descobriria “onde é que teve um ladrão que passou a mão no direito de comer ovo do povo brasileiro”.</p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:82,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1387}"></p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:116,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:40,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1421}">Lula deu declarações durante um evento em Sorocaba (SP). Ele entregou 789 ambulâncias do Serviço Móvel de Urgência (Samu) para mais de 500 municípios brasileiros. As informações são da CNN.</p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:170,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1475}"></p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:204,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:80,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1509}">- Alguns dizem para mim: é porque aumentou exportação, porque o dólar está caro. Não. Tudo bem que o cara que vai exportar vai ganhar mais. Mas o que ficou aqui, não tem que subir de preço. Nós só exportamos 0,9%. É menos de 1% dos 59 bilhões de ovos. Por que subiu o ovo? “Ah, porque fez muito calor e a galinha diminui os ovos quando ela tem muito calor”. É mentira. Porque calor fez ano passado. No final do ano agora choveu bem, o tempo ficou muito melhor. Então as galinhas não reclamaram. Alguém está sacaneando <span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="https://laminitisresearch.org/" style="color: rgb(0, 0, 0);">ladang78</a></span> as galinhas. Nós queremos encontrar quem é o pilantra que aumentou o ovo tanto. Não é possível, gente – comentou.</p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:298,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1603}"></p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:332,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1637}">E acrescentou:</p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:366,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:40,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1671}">– O nosso consumo per capita ainda é pouco. O povo brasileiro come em media 260 ovos por ano. É pouco, não dá nem um por dia. Mas sabe qual é a nossa produção de ovo esse ano? Quantos ovos vamos produzir esse ano? 59 bilhões de ovos. Então não tem explicação esse ovo estar caro. Alguém está passando a mão. E nós queremos saber quem é.</p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:420,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1725}"><a href="https://youtu.be/04Ir-CqRwvQ?si=LFh4xu5TFZ7ZGMqQ" target="_blank" rel="noopener" bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:422,&quot;w&quot;:165,&quot;h&quot;:16,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1727}">CONFIRA O VÍDEO AQUI </a></p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:454,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1759}">Pleno News </p>
<p bis_size="{&quot;x&quot;:8,&quot;y&quot;:488,&quot;w&quot;:1230,&quot;h&quot;:20,&quot;abs_x&quot;:290,&quot;abs_y&quot;:1793}"></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Com preço de carnes e ovos em alta, jornal publica reportagem sobre benefícios de comer grilos</title>
<link>https://jiparananews.com/com-preco-de-carnes-e-ovos-em-alta-jornal-publica-reportagem-sobre-beneficios-de-comer-grilos</link>
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<description><![CDATA[ Para O Globo, o inseto é uma “alternativa viável às proteínas animais convencionais&#039;. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 15:12:30 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em razão da alta nos preços das carnes e dos ovos, o jornal O Globo publicou uma reportagem, nesta segunda-feira, 17, sobre os benefícios de comer grilos. De acordo com a publicação, o inseto pode “oferecer soluções sustentáveis e nutritivas” ao corpo humano. </p>
<p></p>
<p>Para o jornal, os grilos “são uma alternativa viável às proteinas animais convencionais”. Além disso, reflete “a necessidade de alternativas que equilibrem considerações ambientais, nutricionais e econômicas”. </p>
<p></p>
<p>Por causa da alta na inflação de alimentos no Brasil, o preço dos ovos de galinha subiu 40% em várias regiões do pais. Os dados são da Associação Brasileira de Supermercados Abras . </p>
<p></p>
<p><strong>O preço das carnes é maior do que o registrado na pandemia </strong></p>
<p></p>
<p>A alta no preço das carnes, por sua vez, foi maior do que a registrada durante a pandemia de covid-19. Ao longo de 2024, segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o preço médio da proteina subiu 20,4%, conforme mostram registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p>
<p></p>
<p>Diante desse cenário, o jornal O Globo destacou a facilidade de criar o inseto. Para o jornal, é barato criar grilos, além de “poluírem menos o planeta”. </p>
<p></p>
<p>“Esse baixo impacto ambiental posiciona os grilos como uma fonte importante para reduzir a pegada ecológica da produção de alimentos”, afirma o jornal. “Além disso, o alto teor de proteinas, vitaminas e minerais torna o inseto uma opção interessante para o presente e o futuro.” </p>
<p></p>
<p>Ainda de acordo com a publicação, o setor de insetos comestíveis teve um crescimento acelerado nos últimos anos. O volume de negócios para o setor está estimado em mais de US$ 9 bilhões até 2029. </p>
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<p>Com informações Revista Oeste </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Governo encomenda campanha de R$ 50 milhões sobre Pix</title>
<link>https://jiparananews.com/governo-encomenda-campanha-de-r-50-milhoes-sobre-pix</link>
<guid>https://jiparananews.com/governo-encomenda-campanha-de-r-50-milhoes-sobre-pix</guid>
<description><![CDATA[ Objetivo é informar que não haverá mudança, segundo colunista. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 12:29:07 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma campanha publicitária, com orçamento de até R$ 50 milhões, está sendo preparada pelo governo Lula (PT). O objetivo seria tentar tranquilizar a população sobre a segurança e a imutabilidade do Pix.</p>
<p>A encomenda da campanha foi feita na última sexta-feira (17). Nesta segunda-feira (20), quatro agências de propaganda que têm contrato com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) apresentaram no Palácio do Planalto suas ideias para a publicidade institucional que o governo quer botar no ar o mais rápido possível nas rádios, TVs e redes.</p>
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<p>A missão é comunicar que não haverá mudança no Pix; esclarecer regras que constam da Medida Provisória (MP), que foi editada na última quinta-feira (16); e combater os efeitos de supostas fake news sobre o assunto. As informações são da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>RECUOU: Após vídeo de Nikolas Ferreira, Governo Lula revoga monitoramento do PIX</title>
<link>https://jiparananews.com/recuou-apos-video-de-nikolas-ferreira-governo-lula-revoga-monitoramento-do-pix</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 19:01:57 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pressionado pela repercussão negativa e por críticas da oposição, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira (15) a revogação da Instrução Normativa da Receita Federal que determinava o monitoramento de transferências acima de R$ 5 mil realizadas via Pix. A medida vinha provocando forte desgaste político para o governo Lula e gerou pânico entre setores da população, especialmente os mais vulneráveis.</p>
<p>“Vamos revogar o ato da Receita que mudou valores para o monitoramento de movimentações financeiras. Pessoas inescrupulosas distorceram e manipularam essa norma, prejudicando milhões de pessoas e gerando pânico, principalmente na população mais humilde”, afirmou Haddad durante o anúncio.</p>
<p></p>
<p>O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou que a revogação foi motivada por dois fatores principais: combater o uso da norma como arma de desinformação e preservar o debate sobre questões fiscais. “A medida se tornou uma ‘arma’ nas mãos de criminosos. Além disso, queremos evitar que o debate e a tramitação de novos atos sejam prejudicados por esse desgaste”, explicou Barreirinhas.</p>
<p></p>
<p>A decisão ocorre após intensa pressão popular e a ampla repercussão de críticas lideradas por parlamentares da oposição, como o deputado Nikolas Ferreira, que utilizou as redes sociais para condenar a norma. A medida é vista como um esforço do governo para conter os danos à sua imagem e retomar a confiança em sua política fiscal e de monitoramento financeiro.</p>
<p></p>
<p>O recuo evidencia o impacto da mobilização popular e da oposição, além da importância da comunicação clara na gestão de medidas polêmicas, especialmente aquelas que afetam diretamente o cotidiano dos brasileiros.</p>
<p></p>
<p>Hora Brasília </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Investidores estrangeiros retiram R$ 32,1 bilhões da B3 em 2024, pior resultado em nove anos</title>
<link>https://jiparananews.com/investidores-estrangeiros-retiram-r-321-bilhoes-da-b3-em-2024-pior-resultado-em-nove-anos</link>
<guid>https://jiparananews.com/investidores-estrangeiros-retiram-r-321-bilhoes-da-b3-em-2024-pior-resultado-em-nove-anos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 13:46:52 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os investidores estrangeiros retiraram R$ 32,1 bilhões do segmento secundário da B3 em 2024, o maior montante desde 2020, quando o déficit alcançou R$ 40,1 bilhões, segundo levantamento do Valor Data com dados da Bolsa de Valores.</p>
<p></p>
<p>O segmento secundário da B3 compreende negociações em que os investidores compram e vendem ações já listadas entre si, por meio de corretoras.</p>
<p></p>
<p><strong>Motivos para a retirada</strong></p>
<p></p>
<p>A maior aversão ao risco entre investidores externos está associada a:</p>
<p></p>
<p>• Preocupações com as contas públicas brasileiras, exacerbadas pelo déficit recorde superior a R$ 100 bilhões em 2024.</p>
<p>• Desvalorização do real, com o dólar ultrapassando R$ 6 pela primeira vez.</p>
<p>• Alta da Selic, que impactou negativamente o mercado de ações.</p>
<p>Em novembro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou um pacote de gastos em rede nacional, com o objetivo de conter o déficit. O governo prevê uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos.</p>
<p></p>
<p>No entanto, analistas econômicos destacam que as medidas não são sustentáveis nem capazes de atingir as metas previstas. Ele afirmou que o ceticismo do mercado em relação à eficácia do pacote está entre os fatores que contribuíram para a saída dos investimentos.</p>
<p></p>
<p><strong>Superávit em Dezembro</strong></p>
<p>Apesar do déficit acumulado, dezembro registrou um superávit de R$ 1,7 bilhão em investimentos estrangeiros, sinalizando uma mudança momentânea na tendência ao longo do ano.</p>
<p>Saldo de outros perfis de investidores</p>
<p>• Institucionais: Enfrentaram mais saques do que entradas, acumulando um déficit de R$ 37,5 bilhões em 2024, com retiradas de R$ 9 bilhões em dezembro.</p>
<p>• Individuais: Terminaram o ano com um superávit de R$ 30,8 bilhões no segmento secundário da B3. Em dezembro, a categoria registrou um saldo positivo de R$ 3,5 bilhões.</p>
<p></p>
<p><strong>Conexão Política </strong></p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Líder do governo Lula tenta fazer média com inflação baixa, mas é desmascarado ao saber que a imagem é do período do governo Bolsonaro</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 21:52:18 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal José Guimarães - PT, líder de governo Lula, postou em sua rede social X (antigo Twitter) uma imagem de um gráfico onde o Brasil figura entre as menores taxas inflacionárias.</p>
<p></p>
<p>Acontece que a imagem foi da ocasião do governo Bolsonaro.</p>
<p>Após a postagem, muitas pessoas o desmascarou nas redes sociais obrigando o parlamentar apagar o post.</p>
<p></p>
<p>O deputado federal do Rio de Janeiro, Carlos Jordy - PL, fez questão de printar a gafe e acrescentar:</p>
<p></p>
<p>"Olha o nível do líder do desgoverno lula! O cara postou uma imagem da inflação mundial para tentar mostrar que o Brasil estava bem, mas a imagem é de 2022, fim do governo Bolsonaro kkkkkk. </p>
<p></p>
<p>O cenário hoje é pior na inflação, que já está em 4,71%, ou seja acima da meta, mas é MUITO pior na taxa de juros, valor do dólar, preço dos alimentos e rombo nas contas públicas.</p>
<p></p>
<p>Agradecemos ao José Guimarães por nos lembrar que estávamos melhor antes desse pesadelo chamado lula. Volta, Bolsonaro!"</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Bolsonaro Classifica Taxa de Desemprego do IBGE como “Uma Mentira”</title>
<link>https://jiparananews.com/bolsonaro-classifica-taxa-de-desemprego-do-ibge-como-uma-mentira</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 17:45:44 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou nesta sexta-feira (27) os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a taxa de desemprego no Brasil, que atingiu 6,1% no trimestre encerrado em novembro — o menor índice desde 2012. Durante uma live transmitida pela rádio AuriVerde Brasil, Bolsonaro afirmou que os números não refletem a realidade do mercado de trabalho, classificando-os como “uma mentira”.</p>
<p></p>
<p>“O IBGE considera como empregado quem não procura emprego, e quem recebe benefícios como o Bolsa Família, também é considerado empregado. O número real de desempregados é muito maior do que esse. Além disso, temos visto um aumento nas buscas por seguro-desemprego, o que demonstra que a situação é bem diferente do que esse dado mostra”, disse o ex-presidente.</p>
<p></p>
<p><strong>Metodologia da Pnad Contínua</strong></p>
<p></p>
<p>A taxa de desemprego é calculada com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que adota critérios padronizados internacionalmente.</p>
<p> Segundo a metodologia do IBGE:</p>
<p>• Pessoas que não procuram emprego ativamente ou que estão fora da força de trabalho, como os desalentados (aqueles que desistiram de buscar trabalho), não são consideradas desempregadas;</p>
<p>• Beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, não influenciam diretamente a classificação como ocupados ou desocupados, pois isso depende da situação laboral específica de cada pessoa.</p>
<p></p>
<p><strong>Esclarecimento do IBGE</strong></p>
<p></p>
<p>O IBGE esclareceu que a metodologia utilizada segue as recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e foi adotada desde o início da Pnad Contínua, em 2012. Essa mesma metodologia foi empregada durante todo o governo de Jair Bolsonaro, que agora questiona os números apresentados.</p>
<p>Bolsonaro argumenta que as estatísticas não refletem adequadamente a realidade do mercado de trabalho no país, apontando que o aumento nas buscas por seguro-desemprego seria um indicativo de que a situação é pior do que a divulgada.</p>
<p></p>
<p>Folha Destra</p>
<p></p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Picanha fica mais cara e atinge maior valor dos últimos 18 anos</title>
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<description><![CDATA[ Levantamento comparou o preço médio do quilo da carne prometida pelo presidente Lula. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 09:30:45 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento do Instituto de Economia Agrícola do Governo de São Paulo, divulgado com exclusividade pelo Poder360, aponta que o preço da picanha subiu em 2024. O quilo da carne custava em média R$ 77,44 em novembro, R$ 9,77 a mais que os R$ 67,67 registrados no mesmo período de 2023.</p>
<p></p>
<p>Os dados mostram que um grupo de amigos que pretenda comprar 4 kg do corte para o Ano-Novo vai gastar cerca de R$ 310. No réveillon anterior, o custo seria de R$ 271, uma diferença de R$ 39.</p>
<p></p>
<p>– Pelos valores nominais (desconsiderando a inflação), o preço do kg da proteína aumentou R$ 39 em 10 anos – detalha o levantamento.</p>
<p></p>
<p>O preço da picanha em 2024 é o maior registrado nos últimos 18 anos. Entre 2007 e 2016, durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT), o quilo da carne passou de R$ 22,20 para R$ 43,00. Posteriormente, nas gestões de Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022), o valor subiu para R$ 67,70.</p>
<p></p>
<p>O valor atual só é menor do que o registrado durante a pandemia de Covid-9, em meados de 2021, quando o preço médio foi de R$ 85,90.</p>
<p></p>
<p>A alta no preço da picanha reflete o impacto das carnes no orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de média e baixa renda, que sentem o produto cada vez mais distante de suas mesas.</p>
<p></p>
<p>Pleno News </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Desvalorização do Real causa fuga em massa de investidores no Brasil</title>
<link>https://jiparananews.com/desvalorizacao-do-real-causa-fuga-em-massa-de-investidores-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 14:44:35 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A desvalorizacao do real frente ao dólar e o fortalecimento da moeda americana, impulsionado pela volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, desencadearam uma onda de saída de investimentos do Brasil.</p>
<p></p>
<p>Este fenômeno, que ganhou força em dezembro, reflete as incertezas fiscais do país e um crescente movimento de migração de capital para o exterior.</p>
<p></p>
<p><strong>A Alta do Dólar</strong></p>
<p></p>
<p>A disparada do dólar tem sido impulsionada por fatores internos e externos. No Brasil, os temores fiscais, aliados a medidas consideradas insuficientes para conter o crescimento da dívida pública, aumentaram a percepção de risco.</p>
<p></p>
<p>Nos Estados Unidos, a perspectiva de uma nova administração Trump traz expectativas de maior segurança para investidores, especialmente em momentos de instabilidade nos mercados emergentes.</p>
<p></p>
<p><strong>Comportamento dos Investidores</strong></p>
<p></p>
<p>Seguindo a máxima de “flight to quality” (voo para a qualidade), investidores brasileiros têm migrado seus recursos para ativos americanos, considerados mais seguros.</p>
<p></p>
<p>Segundo a Avenue, corretora americana com participação do Itaú Unibanco, o volume de investimentos cresceu 20% em dezembro, em comparação com novembro.</p>
<p></p>
<p><strong>Investimento Interno em Risco</strong></p>
<p></p>
<p>Apesar dos juros elevados no Brasil, que teoricamente deveriam atrair investidores, a incerteza fiscal tem impulsionado a saída de capital.</p>
<p>A elevação do Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil, que atingiu 218 pontos, é um indicador claro do aumento da percepção de risco.</p>
<p></p>
<p><strong>Fuga Estrutural ou Passageira?</strong></p>
<p></p>
<p>Analistas apontam que essa movimentação não é apenas conjuntural. Trata-se de uma fuga estrutural de capital, que tende a continuar mesmo que o real apresente algum nível de estabilidade a curto prazo.</p>
<p></p>
<p>Com informações de Juliana Peixoto </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Sob Lula e Haddad, Real é a pior moeda do mundo em 2024, veja o ranking de desvalorização</title>
<link>https://jiparananews.com/sob-lula-e-haddad-real-e-a-pior-moeda-do-mundo-em-2024-veja-o-ranking-de-desvalorizacao</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 15:19:44 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O real brasileiro foi a moeda que mais perdeu valor frente ao dólar em 2024, liderando a desvalorização entre as 20 principais divisas negociadas no mundo. Até 17 de dezembro, a moeda acumulava uma queda de 21,52%, segundo a consultoria Elos Ayta, e atingiu 24,30% após o fechamento da última quarta-feira (18).</p>
<p></p>
<p>O patamar se aproxima do observado em 2020, ano da pandemia, quando o real desvalorizou 22,44%. Na quarta-feira (18), o dólar fechou a R$ 6,267, um novo recorde nominal, com alta de 2,78%.</p>
<p>Apesar de avanços no pacote fiscal no Congresso, as incertezas quanto à aprovação completa das medidas, aliadas à sinalização do Federal Reserve sobre a desaceleração do corte de juros nos Estados Unidos, impulsionaram o dólar. A redução de apenas 25 pontos-base pelo Fed reforçou a atratividade da moeda norte-americana, sustentando sua valorização.</p>
<p></p>
<p>Entre as moedas que mais se desvalorizaram em 2024, destacam-se o peso mexicano (-16%), a lira turca (-16%), o rublo russo (-15%) e o won sul-coreano (-10%). O euro, por sua vez, perdeu 5% frente ao dólar.</p>
<p></p>
<p>Por outro lado, apenas três moedas apresentaram desempenho positivo ou estável em relação ao dólar: o dólar de Hong Kong (+0,6%), o rand sul-africano (+1%) e a libra esterlina, que permaneceu praticamente estável.</p>
<p><strong>Confira o ranking completo:</strong></p>
<p><img src="https://s3.sa-east-1.amazonaws.com/jiparananews/uploads/images/202412/image_870x_6765c33aa83d0.webp" alt=""></p>
<p>Conexão Política </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Forbes: o Brasil Não Aguenta Mais Dois Anos de Lula</title>
<link>https://jiparananews.com/forbes-o-brasil-nao-aguenta-mais-dois-anos-de-lula</link>
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<description><![CDATA[ Quando a sociedade romperá o silêncio e exigirá mudanças reais? O relógio está correndo, e o preço da omissão será pago por todos nós. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 20:31:04 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira enfrenta uma deterioração acelerada e preocupante, marcada por indicadores alarmantes que afetam diretamente a vida de milhões de cidadãos. Nesta terça-feira (17) o dólar atingiu a marca de R$ 6,207 no momento de maior alta do dia. É um recorde desde o início do Plano Real. Isso representa um derretimento de 28,2% apenas em 2024.</p>
<p></p>
<p>O derretimento do real é reflexo direto da perda de confiança dos investidores, da falta de clareza na condução econômica e do ambiente fiscal cada vez mais instável.</p>
<p></p>
<p>No entanto, o dólar não é o único indicador de piora das expectativas. A taxa Selic já está em 12,25% ao ano. Em sua reunião mais recente, nos dias 10 e 11 de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou os juros em 1,00 ponto percentual.</p>
<p></p>
<p>O Comitê confirmou mais duas altas do mesmo tamanho para as duas primeiras reuniões agendadas para 2025. Isso vai encarecer ainda mais o crédito e impactar severamente o consumo e o investimento no país.</p>
<p></p>
<p>Isso ocorre porque a inflação continua acima da meta. A edição mais recente do Relatório Focus, divulgada pelo BC na segunda-feira (16), mostra uma expectativa de 4,89% para o IPCA de 2024 e de 4,60% para 2025. As duas projeções são de uma inflação acima do teto da meta de 4,50%. Isso corrói o poder de compra das famílias, principalmente das mais pobres.</p>
<p></p>
<p>No mercado de trabalho, a queda da taxa de desemprego para 6,2% em outubro, a menor taxa da série histórica segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não traz alívio real. O país ainda enfrenta um cenário de informalidade elevada e empregos precários, que mantêm a renda dos brasileiros abaixo do necessário para acompanhar o custo de vida crescente.</p>
<p></p>
<p><strong>Silêncio e Complacência: Os Cúmplices Invisíveis</strong></p>
<p></p>
<p>Os números divulgados pelo próprio Banco Central confirmam a deterioração das expectativas. Na primeira edição de 2024, o Relatório Focus indicava projeções de inflação de 3,90% para este ano. Com sorte, o número será um ponto percentual acima disso. Pode ser mais.</p>
<p></p>
<p>No início deste ano, os economistas dos bancos previam uma taxa Selic de 9,00% em dezembro, ante os 12,25%. E a piora das projeções para 2025 é ainda mais expressiva. Em janeiro de 2025, o juro previsto para o fim do ano que vem era de 8,5%. Agora, essa estimativa é de 14%. E quem conversa com os profissionais do sistema financeiro sabe que essa expectativa pode subir ainda mais.</p>
<p></p>
<p>Diante desse cenário de rápida deterioração, chama a atenção o silêncio ensurdecedor de entidades que deveriam estar liderando um movimento de pressão para cobrar soluções urgentes. Onde estão as associações empresariais, os sindicatos, e a sociedade organizada? Por que o Congresso e o Executivo continuam agindo de forma reativa, ao invés de adotar medidas estruturais e corajosas?</p>
<p></p>
<p>Tendo o silêncio como cúmplice, a complacência das entidades diante dessa crise profunda apenas fortalece a sensação de paralisia nacional. A falta de mobilização é tão assustadora quanto os números econômicos que nos rodeiam. O país não pode mais esperar enquanto discursos vazios e soluções paliativas dominam o debate público.</p>
<p></p>
<p><strong>O Brasil Não Suporta Mais Dois Anos</strong></p>
<p></p>
<p>Não é mais tempo de discursos, promessas ou manobras políticas. É hora de agir com responsabilidade e pragmatismo. O governo Lula precisa assumir o controle da situação com um plano econômico robusto, transparente e eficaz. A sociedade, por sua vez, precisa abandonar a inércia e cobrar, com vigor, ações que revertam esse quadro catastrófico.</p>
<p></p>
<p>Dois anos dessa inércia podem ser fatais. O Brasil, sua economia e o futuro das próximas gerações dependem de uma reação imediata. A pergunta que fica é: quando a sociedade romperá o silêncio e exigirá mudanças reais? O relógio está correndo, e o preço da omissão será pago por todos nós.</p>
<p></p>
<p>Forbes </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Dólar fecha na maior cotação histórica de todo o Plano Real</title>
<link>https://jiparananews.com/dolar-fecha-na-maior-cotacao-historica-de-todo-o-plano-real</link>
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<description><![CDATA[ Governo Lula consolida fracasso fiscal e econômico com recorde da moeda americana. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 21:05:23 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>O dólar disparou ao longo da tarde e encerrou a sessão desta quarta-feira (27) acima da linha de R$ 5,91, no maior nível nominal da história do real. Analistas e operadores atribuíram a derrocada da moeda brasileira ao anúncio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês.</p>
<p></p>
<p>Ao longo das últimas semanas já havia um desconforto com os adiamentos seguidos da divulgação do plano fiscal, que, segundo prometido inicialmente, seria realizada logo após as eleições municipais. A adoção de uma medida que representa renúncia de receitas acentuou ainda mais a desconfiança dos investidores em relação à disposição do governo Lula de promover uma mudança estrutural na dinâmica do gasto público capaz não apenas de levar ao cumprimento das metas do arcabouço fiscal como sinalizar estabilização futura da relação dívida/PIB.</p>
<p></p>
<p>O O anúncio dessa medida de isenção de IR praticamente junto com o pacote, embora sejam textos distintos, é muito ruim. Tira o brilho do pacote que já estava ofuscado pela demora – afirma a economista-chefe da Buysidebrazil, Andréa Damico, ressaltando que no exterior o dólar recuou, em especial na comparação com outras divisas fortes.</p>
<p></p>
<p>O anúncio formal das medidas de contenção de gastos deve ser realizado nesta quinta-feira (28). O plano inclui mudanças nas regras para concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), no abono salarial, na política de reajuste do salário mínimo e na previdência e pensão de militares. Haddad confirmou que alterações no Vale Gás e a limitação dos chamados “supersalários” também estão no pacote.</p>
<p></p>
<p>Em alta já na primeira etapa de negócios, o dólar ganhou impulso adicional no início da tarde desta quarta justamente com a notícia do pronunciamento de Haddad traria a isenção do IR, furando o nível psicológico e técnico de R$ 5,90 e renovando máxima a R$ 5,9289 por volta das 16h. No fim da sessão, a moeda avançava 1,81%, cotada a R$ 5,9135, o maior nível nominal de fechamento da história do real, acima de R$ 5,9008 em 13 de maio de 2020. No chamado intraday, o pico nominal foi R$ 5,9718, em 14 de maio de 2020.</p>
<p></p>
<p>– A sinalização da isenção do IR é bastante ruim. Em um momento em que todo mundo espera o anúncio do corte de gastos, vem junto uma medida no sentido contrário, com redução de arrecadação – afirma a economista-chefe do Ouribank, Cristiane Quartaroli.</p>
<p></p>
<p>Haddad vinha tentando dissuadir Lula da ideia de adotar a isenção do IR neste momento. O esforço envolveu até o futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Lula foi alertado de que o pacote de cortes acabaria sendo ofuscado pela “novidade da isenção do IR”. Ainda assim, o presidente resolveu seguir adiante com a ideia.</p>
<p></p>
<p>Para o economista André Galhardo, consultor econômico da plataforma de transferências internacionais Remessa Online, o descolamento do real reflete o receio de que “o governo, ao tentar preservar apoio popular, adote um esforço tímido para cortar despesas”, enquanto apoia o consumo com a reforma do Imposto de Renda.</p>
<p></p>
<p>Pleno News (*Com informações AE)</p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>China compra no Amazonas maior reserva de urânio do Brasil</title>
<link>https://jiparananews.com/china-compra-no-amazonas-maior-reserva-de-uranio-do-brasil</link>
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<description><![CDATA[ Reserva mineral fica a pouco mais de 100 quilômetros de Manaus. O anúncio já saiu até nas bolsas de valores de Pequim e de Lima (Peru). ]]></description>
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<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 13:39:13 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A CNT, China Nonferrous Trade Co. Ltd., subsidiária da China Nonferrous Metal Mining Group Co., acaba de comprar no estado do Amazonas a maior reserva de urânio do Brasil. </p>
<p></p>
<p>As duas companhias pertencem ao governo da República Popular da China.</p>
<p></p>
<p>O urânio é um metal usado na indústria da guerra, notadamente na fabricação de bombas atômicas e de hidrogênio. Enriquecido, serve também como combustível em usinas nucleares para gerar energia. No Brasil, 99% do urânio é usado para esse fim. </p>
<p><img src="https://s3.sa-east-1.amazonaws.com/jiparananews/uploads/images/202411/image_870x_67475909626b6.webp" alt=""></p>
<p>A riquíssima reserva, agora de propriedade chinesa, fica no município de Presidente Figueiredo, na região metropolitana de Manaus, a 107 quilômetros da capital pela rodovia federal BR-174, que leva às fronteiras com Venezuela e Guiana pelo estado de Roraima.</p>
<p>Siga Ji-Paraná News no <a href="https://chat.whatsapp.com/BbHOxkwv3AyEoh6cWU3MdF" target="_blank" rel="noopener">WhatsApp</a> e <a href="https://www.instagram.com/jiparana.news/profilecard/?igsh=MXU3czRyeTZkODh1Nw==" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> </p>
<p></p>
<p>O negócio foi fechado na madrugada desta terça-feira (26). O anúncio já saiu até nas bolsas de valores de Pequim e de Lima (Peru).</p>
<p></p>
<p>BNC Brasil Norte Comunicação </p>]]> </content:encoded>
</item>

<item>
<title>Jojo Todynho é contratada por Luciano Hang, dono da Havan</title>
<link>https://jiparananews.com/jojo-todynho-e-contratada-por-luciano-hang-dono-da-havan</link>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 16:24:09 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora Jojo Todynho, que recentemente enfrentou uma onda de cancelamento por se declarar uma mulher de direita, acaba de ser contratada por Luciano Hang, empresário e dono das lojas Havan. A artista participará de campanhas publicitárias da empresa, marcando um novo capítulo em sua carreira.</p>
<p></p>
<p>Em um vídeo publicado nesta sexta-feira, 22, Jojo e Hang aparecem juntos em tom descontraído, fazendo referência às recentes polêmicas envolvendo o cancelamento da cantora. No vídeo, eles brincam: “Vamos cancelar tudo? Havan: só cancela preço alto”, enquanto brindam segurando caixas do achocolatado Toddynho. A ação faz parte das estratégias de marketing para promover as ofertas da Black Friday da Havan, programadas para a próxima semana.</p>
<p></p>
<p>Luciano Hang também fez questão de compartilhar a novidade em suas redes sociais. Em uma postagem em seu perfil pessoal, o empresário celebrou a parceria com a artista. “Estamos muito felizes em contratar a Jojo para trabalhar com a gente”, disse Hang, destacando a alegria em tê-la como parte das campanhas da loja.</p>
<p></p>
<p>Jojo Todynho tem enfrentado uma campanha de cancelamento e boicote nas redes sociais desde que revelou suas posições políticas. Em setembro, a cantora se declarou como uma mulher de direita, o que resultou na perda de contratos com grandes marcas, como Avon e Knorr, que optaram por não renovar as parcerias. Em uma entrevista ao podcast “Ella Pod”, apresentado pela influenciadora Fernanda Mendonça, Jojo reafirmou seu posicionamento, dizendo: “Não sou afiliada a partido nenhum, sou de direita e ponto”. Embora a entrevista tenha sido transmitida em outubro, os trechos voltaram a circular intensamente durante a campanha de boicote contra ela.</p>
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<p>A reação negativa nas redes sociais começou após Jojo publicar uma foto ao lado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em setembro deste ano. A imagem desencadeou uma enxurrada de críticas e ataques, especialmente entre os setores de esquerda. Em resposta às críticas, Jojo foi firme: “Porque sou negra, sou favelada, tenho de ser esquerdista? De onde que vocês tiraram isso? Que o pobre, negro, favelado tem de ser de esquerda? Sou o que quiser ser.”</p>
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<p>Vista Patria </p>]]> </content:encoded>
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<title>Brasil vive declínio da Economia e da Democracia, diz o Wall Street Journal: &amp;quot;República das bananas&amp;quot;</title>
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<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 23:18:12 -0400</pubDate>
<dc:creator>Ji-Paraná News.com</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma longa publicação veiculada pelo periódico The Wall Street Journal, a articulista Mary Anastasia O’Grady analisou as políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e alertou sobre os riscos que elas podem trazer ao Brasil. O’Grady aponta que as ações do líder petista, tanto no âmbito interno quanto externo, estão levando o país a um “buraco cada vez mais profundo”.</p>
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<p>O texto menciona que a democracia e a política econômica antes sólida no Brasil estão em declínio sob o governo de Lula. Entre os principais pontos criticados estão o déficit público crescente, a proposta de taxar bilionários e o histórico de corrupção associado ao Partido dos Trabalhadores (PT).</p>
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<p>A articulista sugere que as decisões de Lula externam um apego a ideias socialistas ultrapassadas, semelhantes às adotadas por regimes de inspiração corporativista centralizada. Ela o classifica como um “dinossauro da Guerra Fria”, sugerindo que sua visão está desatualizada e que seu desejo de concentração de poder pode prejudicar o país.</p>
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<p>Mary Anastasia O’Grady também discute a postura de Lula na arena internacional, sugerindo que o Brasil sob sua liderança estaria buscando substituir os Estados Unidos como a potência dominante na América do Sul. No entanto, ela questiona se o Brasil possui o peso econômico e a autoridade moral necessários para essa ambição. A jornalista pontua ainda que o país pode estar buscando uma posição de hegemonia regional, mas sem a base sólida para sustentá-la.</p>
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<p>A matéria conclui que a América Latina, em grande parte, está abandonando o capitalismo democrático em favor de um nacionalismo autoritário, o que estaria levando a região por um caminho arriscado. O’Grady alerta que, ao abandonar a responsabilidade fiscal e adotar políticas populistas, o Brasil caminha para consolidar a chamada “república das bananas”.</p>
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<p>Conexão Política </p>]]> </content:encoded>
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