Após número de mortes em protestos na ditadura do Irã se aproximar a mil pessoas, Trump se manifesta e diz "a que ajuda está a caminho"

A esquerda brasileira continua em silêncio sobre o massacre, mas deve se manifestar após possível intervenção americana.

Após número de mortes em protestos na ditadura do Irã se aproximar a mil pessoas, Trump se manifesta e diz "a que ajuda está a caminho"

Enquanto o povo iraniano enfrenta um dos momentos mais sangrentos de sua história recente, o regime dos aiatolás revela sua verdadeira face: uma ditadura brutal, teocrática e anticivilizatória que massacra civis desarmados em nome de um fanatismo religioso obsoleto.

De acordo com a ONG Iran Human Rights (sediada na Noruega), o número de mortos nos protestos que eclodiram em 28 de dezembro de 2025 está próximo de mil vítimas, incluindo pelo menos 9 crianças.

Veja nas imagens o Islã em sua máxima expressão sob o regime xiita iraniano: este é o alvo declarado — a morte. O regime nasceu e se mantém pela espada, persegue cristãos, executa homossexuais, oprime mulheres e agora massacra a própria população que ousa clamar por liberdade.

Os protestos começaram como reação à crise econômica devastadora — inflação acima de 40%, desvalorização recorde do rial e miséria generalizada — mas rapidamente se transformaram em um grito nacional por liberdade.

Milhões tomaram as ruas em todas as 31 províncias, queimando bandeiras do regime, erguendo a antiga bandeira do Leão e Sol e desafiando a repressão com tiros de munição real, prisões em massa (mais de 10 mil) e ameaças de pena de morte por "moharebeh" (inimigo de Deus).

O regime, acuado, recorreu ao pior: blackout de comunicações, importação de milícias estrangeiras e execuções sumárias. Hospitais em Teerã e Shiraz estão sobrecarregados com corpos e feridos baleados à queima-roupa.

Autoridades iranianas admitem oficialmente os mortos, mas culpam “vândalos infiltrados” por Israel e EUA — a mesma narrativa de sempre para justificar barbárie.

E o que faz a esquerda brasileira, tão barulhenta em causas seletivas? Absoluto silêncio.

Enquanto setores progressistas se mobilizam dia e noite por narrativas anti-Israel ou anti-EUA, ignoram o maior massacre recente contra um povo que clama por direitos básicos: liberdade de expressão, direitos das mulheres, fim da opressão religiosa. O governo Lula, que mantém relações amistosas com Teerã (inclusive enviando o vice Alckmin à posse do presidente iraniano em 2024), emite notas rápidas sobre premiações de cinema esquerdista, mas nada sobre o derramamento de sangue no Irã. É o clássico padrão: ditaduras são toleráveis quando alinhadas ideologicamente ou antiocidentais.

Esse silêncio não é inocente — é cúmplice.

O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump acabou de se manifestar sobre os crimes contra a humanidade e em nota disse:

"Patriotas iranianos, CONTINUEM PROTESTANDO - TOMEM O CONTROLE DE SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!!"

*MIGA

A expressão MIGA é uma brincadeira retórica e provocativa: Trump aplica seu slogan clássico ao contexto iraniano, sugerindo que o regime atual dos aiatolás impede o Irã de ser "grande" novamente (fazendo referência à era pré-revolução de 1979, com a monarquia Pahlavi, ou a um futuro livre e próspero, como muitos opositores do regime interpretam). Isso ganhou tração entre manifestantes e opositores iranianos no exílio, com hashtags como #MIGA circulando em apoio à mudança de regime e à liberdade.