Estados-membros da OEA elegeram uma cubana para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos no Ocidente
Os Estados-membros da OEA elegeram Rosa María Payá, uma ativista cubana, para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) durante a Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos, realizada em 27 de junho de 2025, em Antígua e Barbuda.
A CIDH é um órgão fundamental na defesa dos direitos humanos e liberdades no hemisfério Ocidental.
Rosa María Payá, filha de um dissidente cubano assassinado pelo regime de Cuba, é conhecida por liderar o movimento "Cuba Decide" e por sua luta contra regimes autoritários, promovendo liberdade, direitos humanos e governança democrática.
Os Estados Unidos, por meio do secretário de Estado Marco Rubio, indicaram Payá para o cargo, destacando sua importância no combate a violações de direitos humanos, como tortura, censura e perda de direitos políticos, associados a regimes ligados ao Foro de São Paulo, o Maior inimigo do Brasil.
Sua candidatura, fortemente apoiada pelos EUA, foi vista como uma derrota para os interesses do governo Lula, que apoiava outro candidato, alinhado a pensamentos que faz vista grossa aos direitos fundamentais ignorarados pelos regimes como de Cuba e Venezuela.
A eleição de Payá é considerada um fortalecimento da missão da CIDH de proteger os direitos humanos no hemisfério, especialmente em contextos de autoritarismo.