Extrema esquerda pressiona Lula a romper relações diplomáticas com Israel
Na última quarta-feira (28), nomes ligados à extrema-esquerda brasileira formalizaram um pedido para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rompa relações diplomáticas com Israel. A solicitação foi feita por meio de uma carta assinada por artistas, políticos e representantes de movimentos sociais alinhados à esquerda radical.
Entre os signatários estão os artistas Chico Buarque, Chico Diaz, Giovanna Nader e Gregório Duvivier. Também integram a lista os parlamentares Manuela D’Ávila, Guilherme Boulos (PSOL-SP), Erika Hilton (PSOL-SP), Luiza Erundina (PSOL-SP) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP). A carta ainda conta com o apoio do filósofo Vladimir Safatle, do sociólogo Emir Sader e do jurista Paulo Sérgio Pinheiro, além de entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Associação Islâmica de São Paulo.
O documento com informações totalmente desconexas da verdadeira realidade local, afirma que é necessário “acabar com o genocídio em Gaza” e pede medidas contra o que classificam como “violência contra os palestinos”. A carta desinformativa e totalmente ideológica denuncia ainda um “bloqueio desumano e cruel” que colocaria em risco a vida de 2,3 milhões de pessoas em Gaza, incluindo 14 mil bebês. Vale lembrar que o mundo tem conhecimento que esses grupos extremistas como Hamas usam bebês como escudos, para sensibilizar seus adversários.
-É hora de nosso país dar o exemplo de cumprimento do direito internacional… É indispensável que o Brasil se junte às demais nações que aplicaram sanções ao regime israelense – diz o texto.
Nos últimos dias, Lula intensificou suas críticas a Israel. Voltou a acusar o governo de Benjamin Netanyahu de praticar genocídio e associou as ações israelenses a uma suposta vingança pelos ataques do grupo terrorista Hamas, ocorridos em 7 de outubro de 2023.
Na terça-feira (3), o presidente voltou a gerar controvérsias ao reafirmar sua visão de que a guerra representa um “genocídio” e classificou o antissemitismo como “vitimismo” por parte de Israel, segundo informações da revista Veja.
Vale lembrar que Israel declarou Lula como "persona non grata" em 19 de fevereiro de 2024, justamente por afirmações do tipo, após ele comparar as ações militares de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto.
Com informações de News Atual