Lula optou por incluir o Brasil no eixo do mal
A política externa brasileira virou uma vergonha internacional, é um desastre moral e uma ameaça interna.
O Brasil, sob o comando de Lula, fez sua escolha. E não é uma escolha neutra, muito menos inocente, a escolha é puramente política, ideológica e civilizacional. O país virou as costas para o Ocidente, para os valores que constroem nações livres e decidiu se ajoelhar diante das piores ditaduras do planeta.
Lula não esconde mais, e nem tenta. Anda de mãos dadas com quem persegue mulheres, censura imprensa, prende padres, mata opositores, destrói economias e sufoca qualquer traço de liberdade. China, Rússia, Venezuela, Nicarágua e agora, oficialmente, Irã. Esse é o eixo que o governo brasileiro decidiu chamar de “parceiros”.
Enquanto o mundo livre se levanta contra regimes que massacram suas populações, o Brasil se cala. Ou pior: passa pano. Vota na ONU para proteger ditadores, financia tiranias com dinheiro do BNDES, abre as portas para acordos com regimes que odeiam tudo o que representa democracia, propriedade privada, livre mercado e liberdade de expressão.
A política externa brasileira virou uma vergonha internacional, é um desastre moral e uma ameaça interna. Porque quem se sente confortável apertando a mão de Xi Jinping, Putin, Maduro, Ortega e dos aiatolás do Irã, não tem nenhum problema em flertar com os mesmos métodos aqui dentro.
E não se enganem: a censura, a perseguição e o controle que eles tanto admiram lá fora, são exatamente o modelo que querem implantar aqui, disfarçado de “regulação”, de “combate às fake news”, de “defesa da democracia”.
O problema nunca foi só econômico. Nunca foi só corrupção. O problema é cultura e social. É uma guerra de valores.
É liberdade contra controle. É indivíduo contra Estado. E o Brasil, neste exato momento, sob Lula, escolheu o lado errado da história.
Fonte: Instagram @o.Thiago Vieira