Conta Chegando - Tribunal Federal da Flórida dribla blindagem no Brasil e manda intimar Moraes por e-mail
A Justiça da Flórida, nos EUA, autorizou formalmente que o Ministro Alexandre de Moraes seja citado via e-mail no processo movido pela plataforma Rumble e pela Trump Media, empresa vinculada ao presidente Trump.
A decisão avassaladora foi assinada nesta sexta-feira (22 de maio de 2026) pela juíza do caso, após constatar que as vias tradicionais no Brasil foram alvo de manobras, obstruções políticas e atrasos deliberados para blindar o magistrado.
A ação internacional questiona as ordens sigilosas emitidas por Moraes que impuseram censura e derrubada de contas em plataformas americanas, atingindo diretamente a infraestrutura da Truth Social. O estopim para a intervenção da corte da Flórida foi o bloqueio do perfil do jornalista Allan dos Santos, que reside legalmente nos EUA e possui proteção integral da Primeira Emenda.
O advogado da Rumble, Martin De Luca, foi categórico ao afirmar que a decisão representa um passo crucial para defender a liberdade de expressão contra a "censura estrangeira", avisando que Moraes terá que responder no tribunal americano ou enfrentar uma condenação por revelia.
A decisão detalha que a Rumble e a Trump Media passaram meses tentando notificar Moraes, mas o processo no Brasil foi "politizado" e ocultado pelo STJ em segredo de Justiça, após pareceres da PGR e da AGU para abafar o caso.
Ao constatar a sabotagem institucional, a juíza americana ativou o mecanismo internacional de citação eletrônica, concedendo o prazo de 30 dias para o envio. Se o ministro do STF ignorar a ordem de Washington, o processo correrá à revelia, abrindo precedentes gravíssimos para sanções internacionais.
IMPASSE DIPLOMÁTICO:
FIM DA BLINDAGEM: A corte americana ignorou o corporativismo do STJ e validou o e-mail como ferramenta legal contra a blindagem estatal.
PRIMEIRA EMENDA: A justiça dos EUA mandou o recado de que nenhum tribunal estrangeiro tem poder para ditar o que pode ser dito em redes americanas.
RISCO DE SANÇÃO: O avanço do caso coloca as decisões autoritárias de Brasília na mira direta de punições econômicas e jurídicas nos EUA.
Fonte: Instagram @ politicarapida