Discriminação Religiosa - Peninha é indiciado após dizer que crentes não deveriam votar

Jornalista e escritor chamou o grupo de "nefastos e desprezíveis".

Discriminação Religiosa - Peninha é indiciado após dizer que crentes não deveriam votar

A Polícia Civil indiciou o jornalista Eduardo Bueno, o Peninha, por crime de discriminação religiosa contra evangélicos nesta quinta-feira (7). A investigação, conduzida pela Delegacia de Combate à Intolerância, analisou um vídeo de janeiro onde ele criticava o direito de voto do grupo.

Por determinação da Justiça, a gravação foi removida da internet após o jornalista classificar os religiosos como “nefastos e desprezíveis”. Durante o interrogatório oficial na delegacia, o escritor e influenciador digital optou por não responder às perguntas e permaneceu em silêncio.

A defesa de Bueno afirmou, por meio de nota oficial, que as declarações ocorreram dentro dos limites da liberdade de expressão. O caso agora segue para o Poder Judiciário, onde o Ministério Público avaliará o indiciamento baseado na Lei Federal 7.716/89.

Eduardo Bueno tem 67 anos, é formado pela UFRGS e mantém um canal no YouTube sobre história com 1,5 milhão de inscritos. Sua trajetória profissional inclui passagens por grandes veículos de comunicação brasileiros como escritor, tradutor e também jornalista.

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