Hugo Motta na Mira da Lei Magnitsky por Descumprir Promessas sobre Anistia e Foro Privilegiado
Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, está na mira de sanções dos EUA pela Lei Magnitsky, que pune corrupção e violações de direitos humanos.
A pressão vem do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do jornalista Paulo Figueiredo, por Motta não cumprir promessas de votar a anistia aos condenados do 8 de janeiro de 2023 e o fim do foro privilegiado.
Segundo o Metrópoles, uma reunião hoje (14) na Casa Branca discute sanções contra autoridades brasileiras, incluindo Motta, após Alexandre de Moraes (STF) já ter sido alvo.
Eduardo, nos EUA, e Figueiredo denunciam abusos do STF, enquanto Motta é criticado por adiar a PEC do foro privilegiado e negar anistia ampla.
A Lei Magnitsky prevê congelamento de bens e veto de entrada nos EUA. Motta negou ambiente para anistia e adiou o foro por falta de consenso, irritando a oposição, que obstrui votações.
Figueiredo rebateu Motta no X, após o presidente da Câmara criticar Eduardo por “danos à economia”.
Já o Ministro Alexandre de Moraes investiga Eduardo Bolsonaro por articular sanções americanas, pois os EUA veem o fim do foro privilegiado como passo para anistia e impeachment de Moraes.
E a oposição pressiona nas redes: “Magnitsky pra Motta já!”.
O gabinete de Motta nega descumprimento e diz priorizar consenso. O desfecho da reunião pode escalar tensões Brasil-EUA.