Esquerda planeja novo atentado, e Flávio Bolsonaro seria o alvo

Esquerda planeja novo atentado, e Flávio Bolsonaro seria o alvo

As ameaças publicadas contra o senador Flávio Bolsonaro escancaram até onde pode chegar o ódio político de setores da esquerda quando percebem o risco de derrota nas urnas. Não se trata de mero desabafo de internet, nem de “brincadeira” de mau gosto. Quando adversários passam a tratar a eliminação física de um político como possibilidade, o que aparece é a face mais brutal do extremismo: a incapacidade de conviver com a democracia quando o resultado pode não lhes favorecer. 

O Brasil já viu esse filme antes. Em 2018, Jair Bolsonaro, pai de Flávio, foi alvo de um atentado durante a campanha presidencial, em um episódio que marcou a história política do país e expôs o nível de radicalização que vinha sendo alimentado contra a direita. O pano de fundo era evidente: o medo de que Bolsonaro vencesse a eleição e rompesse o domínio político de grupos acostumados a controlar a narrativa nacional. Agora, anos depois, o mesmo ambiente de intolerância ressurge em ataques e ameaças dirigidos ao filho. 

Esse tipo de comportamento não é um caso isolado do Brasil. Em outros países, nomes conservadores também têm sido cercados por hostilidade, perseguição e ameaças constantes, como ocorreu com Charlie Kirk nos Estados Unidos. O padrão se repete: quando a direita cresce, quando mobiliza apoio popular e quando passa a ameaçar projetos de poder da esquerda, parte desses militantes abandona qualquer verniz democrático e passa a flertar abertamente com a violência. 

O mais grave é que muitos dos que se apresentam como defensores da democracia, da tolerância e dos direitos civis costumam silenciar diante desse tipo de ameaça quando o alvo é alguém da direita. A indignação seletiva virou regra. Condenam a violência apenas quando ela atinge os seus; quando recai sobre adversários políticos, preferem relativizar, ironizar ou fingir que não viram. 

As ameaças contra Flávio Bolsonaro não podem ser normalizadas. Elas revelam ódio, intolerância e desespero político. Quando o medo de perder a eleição se transforma em violência, a democracia vira apenas discurso. É nesse momento que o país vê, sem ilusões, o verdadeiro rosto desse extremismo. 

Fonte: Instagram @eomundooficial