Justiça italiana enfia goela abaixo a barbárie do STF

Justiça italiana enfia goela abaixo a barbárie do STF

A Justiça Italiana enfiou hoje goela abaixo do STF uma derrota significativa, ao divulgar as razões que a levaram a negar o pedido de extradição de Carla Zambelli e colocá-la em liberdade em maio.

Basicamente, a Corte italiana apontou o óbvio: a perseguição política movida por Alexandre de Moraes, que agiu no processo como juiz e como vítima.

Além de outros vícios processuais no caso, comprometendo o STF que atua ao lado de Moraes.

Vale lembrar que Itália, EUA e Espanha - que negou definitivamente a extradição de Oswaldo Eustáquio - são os países que denunciam e se opõem mais veementemente à ditadura brasileira do judiciário.

O ministro do desgoverno Lula, Fachin, pulou nos tamancos e reagiu à decisão italiana, alegando que o pedido de extradição segue os ritos do STF à risca.

Mas, afinal, quem no mundo liga para os ritos do STF, uma instituição sem credibilidade alguma dentro e fora do país?

A tentativa patética de Fachin ao tentar dar uma camada do verniz de 'seriedade' a uma instituição que nada tem de sério, o STF, não consegue apagar anos de barbaridades jurídicas cometidas pela entidade e vistas - infelizmente para eles - pelo mundo inteiro.

Algo como alguém considerar 'democrática' a Suprema Corte de Nicolás Maduro, em seus bons tempos.

Uma piada brasileira que, para infelicidade dos humoristas envolvidos, não tem a menor graça para os verdadeiros juristas de outros países, que levam a Justiça à sério.

A derrota é grande para o STF e para o sistema, e reforça a visão que se espalha pelo mundo: a constatação da parcialidade da Suprema Corte brasileira e os casos nítidos de perseguição política.

Enquanto Jair Bolsonaro e os presos políticos da farsa do 8 de janeiro continuarem presos, não existe a menor possibilidade de algum país do mundo considerar a justiça brasileira como imparcial.

Jornal da Cidade Online