Lula foi defensor e amigo do regime mais cruel contra as mulheres; onde estavam as feministas?

Lula foi defensor e amigo do regime mais cruel contra as mulheres; onde estavam as feministas?

Lula manteve uma relação de amizade e proximidade política com o regime iraniano, um dos mais brutais do mundo contra as mulheres. Recebeu seus líderes, posou para fotografias e defendeu diplomaticamente um governo marcado pela repressão, perseguição e violência contra mulheres que lutam por liberdade e direitos básicos. Onde estavam as feministas e a indignação da esquerda brasileira diante dessa aproximação?

 
Agora, a esquerda tenta espalhar a mentira de que Flávio Bolsonaro acabaria com o voto feminino e retiraria direitos das mulheres, usando o medo como arma eleitoral para favorecer Lula. Mas onde estava toda essa indignação quando Lula defendia o regime iraniano? Onde estavam as feministas para cobrar explicações? Será que os direitos das mulheres iranianas não importam? Será que a liberdade delas não merece a mesma atenção? Por que tanta revolta diante de uma ameaça inventada e tão pouca cobrança diante de uma repressão real?


OS DIREITOS DAS MULHERES NÃO PODEM SER DEFENDIDOS APENAS QUANDO CONVÉM POLITICAMENTE


O que deveria ser uma luta séria pela liberdade feminina virou palco de mentiras e terrorismo eleitoral. Espalham o medo sobre direitos fundamentais protegidos pela Constituição, mas não demonstram a mesma indignação quando o assunto envolve Lula e seus aliados. É difícil acreditar que toda essa revolta seja realmente pelas mulheres quando a cobrança desaparece justamente diante de quem está no poder. A defesa dos direitos femininos não pode servir de escudo para interesses políticos, muito menos para justificar o silêncio diante da opressão de outras mulheres.

Opinião | Karyston Franco/Eomundooficial_