Depois da Europa, o Islamismo avança nos EUA
As eleições americanas desta terça-feira (3) acenderam um alerta. Os democratas conquistaram espaço no Congresso, enquanto candidatos muçulmanos ampliaram sua presença na política americana. Em Nova York, a maior cidade dos Estados Unidos, o poder já está nas mãos de Zohran Mamdani, muçulmano e socialista.
O que acontece nos Estados Unidos lembra um debate que a Europa conhece muito bem. Durante décadas, setores da esquerda construíram alianças com movimentos islamistas, aproximando grupos que hoje compartilham espaços políticos e eleitorais.
Em vídeos divulgados nas redes sociais, pregadores muçulmanos defendem abertamente o uso da política para ampliar a influência do Islă nos Estados Unidos.
Em um deles, um homem afirma votar na esquerda por considerá-la mais fácil de influenciar. Em outro, um pregador apresenta uma estratégia de conquista de espaço político, começando pela eleição de prefeitos, passando pelos conselhos escolares e chegando à Presidência americana.
Países europeus enfrentam tensões envolvendo imigração, integração cultural e radicalização religiosa. Esses discursos reacendem o debate sobre a aproximação entre setores da esquerda e movimentos islamistas e suas consequências para o Ocidente.
A Europa já colhe os frutos de décadas dessa aproximação política. Com alianças semelhantes ganhando espaço nos Estados Unidos, cresce o debate sobre se os americanos enfrentarão as mesmas consequências
Fonte: @Eomundooficial_ Por | Karyston Franco