Após crescimento de rejeição a Lula, Moraes manda PF abrir inquérito contra Flávio Bolsonaro
Em mais um capítulo da perseguição política do STF contra opositores do governo petista, o ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de inquérito pela PF contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência em 2026.
A acusação: suposta calúnia contra Lula (PT).
A decisão atende pedido da própria PF, com parecer favorável da PGR. O alvo é postagem de Flávio em janeiro nas redes, comentando a prisão de Nicolás Maduro e afirmando: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”.
Para a PF, ele atribuiu falsamente crimes ao presidente. Moraes deu 60 dias de investigação e determinou o fim do sigilo.
O momento é revelador. Pesquisas recentes mostram forte crescimento da rejeição a Lula, passando de 50% em meio a insatisfação com economia, segurança e corrupção. Flávio consolida-se como nome forte da direita para 2026.
Analistas veem clara tentativa de intimidação e lawfare. Em vez de debater ideias, o STF criminaliza críticas às relações do PT com a esquerda latino-americana e o Foro de São Paulo. A liberdade de expressão sofre ataque seletivo contra o campo conservador.
A defesa de Flávio chamou a medida de “juridicamente frágil” e cerceamento à expressão. O senador critica o “esquema continental de poder” da esquerda, com apoio a ditaduras e narcotráfico — temas que expressam preocupações reais com a soberania nacional.
Enquanto Lula perde apoio nas pesquisas, o Judiciário ativista age como escudo do governo. Casos semelhantes contra bolsonaristas se multiplicam, reforçando a visão de dois pesos e duas medidas.
Flávio segue como figura central da resistência conservadora. A tentativa de silenciá-lo pode fortalecer a narrativa de que o sistema protege o petismo e tenta impedir alternância de poder legítima.
O Brasil vê mais uma vez o uso seletivo das instituições para interferir no debate eleitoral de 2026. A verdadeira calúnia estaria na instrumentalização da Justiça para calar vozes da oposição.