Mais uma vez do lado errado - enquanto o povo iraniano comemora a intervenção americana, o regime petista condena

Mais uma vez do lado errado - enquanto o povo iraniano comemora a intervenção americana, o regime petista condena

Em um momento histórico que pode marcar o fim de décadas de ditadura no Irã, imagens circulam pelo mundo: multidões de iranianos nas ruas de Teerã e outras cidades, celebrando após os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel ao coração do regime islâmico.

Estudantes entoam cânticos pró-Trump, e vídeos mostram cidadãos comuns expressando alívio e alegria pela possibilidade de derrubar o ditador supremo Ali Khamenei, responsável por uma repressão brutal que já ceifou milhares de vidas em protestos recentes. 

Enquanto o povo iraniano, oprimido por um regime teocrático que promove o terrorismo global e esmaga liberdades básicas, vê na intervenção americana uma luz no fim do túnel, o governo petista de Lula da Silva opta por condenar a ação, alinhando-se mais uma vez aos opressores em detrimento da liberdade e dos direitos humanos.

Vídeos compartilhados em redes sociais capturam iranianos rindo e agradecendo Israel pelos ataques, referindo-se ao local bombardeado como "a casa do líder". 

Mulheres, que há anos sofrem sob leis impostas pelo regime – incluindo a obrigatoriedade do hijab e punições violentas por desobediência –, agora dançam em praças públicas, simbolizando a esperança de um Irã livre. 

O presidente americano Donald Trump, em um vídeo divulgado no início da operação, incentivou diretamente o povo iraniano: "Quando terminarmos, tomem o controle do seu governo. Esta pode ser a única chance por gerações". Netanyahu, de Israel, ecoou o chamado, afirmando que a operação criaria condições para que os iranianos "tomem seu destino em suas próprias mãos". 

No entanto, do outro lado do Atlântico, o governo brasileiro escolhe o caminho oposto.

Luiz Inácio Lula da Silva, desde sua volta ao poder em 2023, tem cultivado laços perigosos com o regime iraniano, ignorando as violações sistemáticas de direitos humanos e o apoio de Teerã a grupos terroristas como o Hezbollah e o Hamas. 

Um dos episódios mais emblemáticos dessa parceria foi a recepção de dois navios de guerra iranianos no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2023, logo após a posse de Lula. 

Apesar da pressão dos Estados Unidos para barrar a atracação – que coincidiu com a visita de Lula a Washington –, o governo petista autorizou a presença das embarcações, vistas como símbolos da marinha iraniana envolvida em atividades criminosas no Oriente Médio. 

Essa decisão gerou repúdio internacional, com Israel e os EUA alertando para os riscos de fortalecer um regime que patrocina o terrorismo. 

Lula, em sua diplomacia "independente", priorizou relações com ditaduras como a de Maduro na Venezuela e agora condena a intervenção no Irã, alegando violação da soberania – enquanto ignora a soberania roubada do povo iraniano por seus próprios governantes.

Enquanto iranianos celebram nas ruas, arriscando suas vidas por liberdade, o governo brasileiro opta por defender os opressores, traindo valores democráticos e alinhando-se ao "lado errado da história". 

É hora de o Brasil repensar suas prioridades: apoiar a liberdade global ou continuar flertando com ditadores? 

A resposta é clara: a liberdade sempre em primeiro lugar.